Em breve morreremos


Salmos 39: 4 Mostra-me, Senhor, o fim da minha vida e o número dos meus dias, para que eu saiba quão frágil sou.

Acredito que uma das mais notáveis dificuldades do homem de mente finita está em compreender a ‘’complexidade’’ do tempo, sim por mas que afirmem que isso não é algo complexo, eu afirmo que é, pois é visto nas diversas tentativas humanas de encontrar o entendimento do assunto , vemos uma busca filosófica e científica de se decifrar o assunto, e essa complexidade não se discerne através da filosofia vã e sem Deus, nem no modo estúpido científico que se contradiz após alguns anos .

A complexidade do tempo se compreende da maneira mas simples contida nos ensinos antigos bíblicos, vemos a soberania e a bondade de um Deus infinito colocando coisas tão grandiosas de uma forma tão simples para homens comuns entenderem, e o engraçado que a mente decaída nunca poderá compreender (por isso se ver tanta idiotice) por mas que se tenha inúmeras faculdades mentais e o mas vasto conhecimento em diversas áreas da ciência não será entendida se não for operado um milagre:

Mateus 11:25 Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos.

A pergunta então é você cristão já compreendeu o tempo, já entendeu de que eternidade a bíblia fala? Meu foco principal com esse texto não é fazer um estudo detalhado sobre a infinitude de Deus, sobre a dimensão de tempo que Ele habita ("Tudo que é eterno está eternamente acima do tempo." C. S. Lewis), afinal não sou o mas adequado a fazer isso, o meu principal objetivo é fazer uma analise da brevidade da vida. Uma idéia real e simples de tempo. É lógico que todos sabem que a vida vai acabar, e também é real que muitos sabem que estão sujeitos a morrerem a qualquer momento, mas o que os impendem de viverem refletindo sobre isso? Porque então não se preocupam com o que está por vir depois da morte?

Sei que diversos textos nesse blog já mencionaram a corrupção do homem da sua maldade, não os saturarei mas ainda de minha concepção de podridão ao olhar para o homem decaído, quero mencionar da prisão que esse homem habita, a prisão que o mantêm em seus erros, uma prisão que o aliena e o faz esquecer do que realmente ira acontecer. Ele ‘’necessita’’ de algo para se ocupar se não fosse os prazeres que ele senti ao fazer uma viajem ao fazer sexo, ao se escravizar na frente de uma tela quer seja de televisão ou de um computador, se não fosse festas, as bebidas o fumo, drogas, vícios* se não fosse os meios que a raça humana está continuamente utilizando e inventando para alcançar certo tipo de prazer creio eu que o homem estaria num estado grotesco de vida selvagem, pois viver sem um escape (no caso suas ocupações) para sua consciência pecadora seria terrível e massacrante por isso ele vive atrás desse escape e se satisfaz nele, com suas ocupações sua mente fica presa sem olhar para o futuro, não seu futuro que ele tenta planejar, mas seu futuro que já está planejado no caso a morte.

Cruel é ver milhares de pessoas caminhando por esse caminho cego de vida, o mas absurdo de tudo isso é saber que eles não estão nem ai para a morte, ou melhor nem ai para Deus, seus prazeres seus trabalhos, não tem tempo para Deus afinal usam aquela velha desculpa ‘’ainda é cedo para me preocupar com as coisas eternas’’, vivem como se nada fosse acontecer, como se a vida aqui fosse durar para sempre, não tem nenhum desejo por coisas espirituais, nenhuma preocupação... Oh homem depravado inimigo de Deus, ainda tenta criar para si desculpas do tipo encarnação, ciência para pensar que você é somente composto do físico, não acaba ai seu corpo se deteriora, mas sua alma vai para um de dois lugares, ARREPENDA-SE.

A muitos cristãos, principalmente os jovens, me incomodo muito ao olhar para vocês e ver suas vidas totalmente relaxadas em relação ao eterno, o que tem os diferenciado do mundo, se o foco de ambos os lados (‘’cristãos’’e os não convertidos) estão aqui? Raramente se ver distinção, o maior número de crentes só se diferenciam do mundo no assumir, não assumem, enquanto os não convertidos de uma forma mas direta assumem o amor pelo mundo. Com que propriedade eu digo isso ao ver os sonhos de uma geração sem paixão pelas coisas eternas, basta ver como lidam com a cada hora de sua vida, o desespero em se formar e adquirir um pedaço de papel que nada vai valer depois da morte, a falta de paixão por almas, pelo ministério, nenhum sonho de se forma e usar aquilo que aprendeu para Viver para Deus, sem sonhos pelo eterno sem almejo pelas coisas que vão durar e não vão passar, sem vidas que demonstre um ódio por esse mundo, sem vidas de devoção tentando se justificar pela bitolação de compromissos que têm no mundo ou até mesmo no templo religioso que participa. Que bom seria se esse texto pudesse despertar aqueles que vivem relaxados com a eternidade.

Amigos usarei um exemplo imensamente distante da grandeza da realidade, "o que é nossa vida se não alguns milésimos de segundos diante de alguns bilhões de anos" é lógico que os bilhões são alguns segundos, e assim sucessivamente, poderia ficar aqui tentando descrever aquilo que é eterno e ainda assim ficaria vaga à idéia, como desejo que minha geração entenda isso e que faça algo além, algo que dure eternamente que se dedique a eternidade que se volte a ela que a cada dia que a cada hora possa ser vivida num único pensamento a glória de Deus. O quanto eu posso glorificá-lo em 1 hora, o quanto que eu estudo pode glorificar a Deus o quanto eu trabalho pode glorificar a Deus, que a cada momento possa ser consumido de um único pensamento o do alto, e quando algo arde dentro de si não espere haja, faça algo que dure para sempre, e quando as dificuldades aparecerem lembre-se vai passar.

Esse realmente é o meu desejo para essa geração de cristãos, que se desprendam tanto daqui que vivam totalmente para Ele não se importando com os riscos, que se alegrem na possiblidade de viver e morrer por Ele, não dominado pela alienação que o mundo oferece como escape da fuga da realidade, mas realmente livres desse sistema e escravos de Cristo

Tiago 4:14 Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece.

A Corrupção e a Fábrica de Ídolos


O fato de um homem achar, ou não, que ele sozinho, após ter sido convencido dos seus pecados, decidiu seguir a Cristo, não altera em nada o efeito salvador que a cruz traz sobre ele. Uma criança pode passar a vida inteira acreditando que realmente conseguia levantar o sofá junto com seu pai quando era necessário, mas a maturidade ira mostrar quem realmente estava ajudando quem. Todavia, os passos seguintes para o desenvolvimento de uma fé sadia devem ser tomados com muita cautela.
“O SENHOR viu que a perversidade do homem tinha aumentado na terra e que TODA a inclinação dos pensamentos do seu coração era sempre e somente para o mal.” Gênesis 6:5
“Sei que sou pecador desde que nasci, sim, desde que me concebeu minha mãe” Salmos 51:5
“Os ímpios erram o caminho desde o ventre; desviam-se os mentirosos desde que nascem” Salmos 58:3
“Anteriormente, todos nós também vivíamos entre eles, satisfazendo as vontades da nossa carne, seguindo os seus desejos e pensamentos. Como os outros, éramos por natureza merecedores da ira de Deus” Efésios 2:3
Sim, se alguém me perguntasse, responderia que não creio que o homem natural possa de alguma forma se voltar para o Deus descrito nas páginas da bíblia, sem que O mesmo não o leve ao entendimento de quem ele é na verdade, digo, na verdade dos fatos e não na realidade diante dos olhos. Um homem pode parecer aos seus semelhantes, inteligente, equilibrado, saudável, simpático, cordial, gentil, bem-humorado, otimista, prudente, religioso e sincero, e mesmo assim não ter nenhuma inclinação ou vontade real voltada para Deus. Convicção de pecado é se julgar e enxergar segundo o padrão que Deus exige, não cabe ao homem natural esse papel e, mesmo que se arriscasse, não o conseguiria desempenhar com a mesma perfeição e pureza que o Espírito Santo o faz. Temos que nos lembrar que o diabo nunca foi contra a boa moral, mas sim contra o nome de Jesus Cristo. Ele é oposto a tudo aquilo que se chama Deus e logicamente o homem natural, como o filho que procura agradá-lo (João 8:31-47), está na mesma direção. A bíblia sempre apresentou a humanidade depois da queda de Adão de três maneiras: decaída, alienada de Deus e rebelde contra as suas leis. Da mesma maneira que seu “pai”, a antiga serpente, é. Parafraseando o que ouvi de um irmão certa vez:
“Você acha que esse não convertido é uma boa pessoa? Você o acha lindo? Inteligente? Ou útil? Converse com ele a respeito de Jesus Cristo e você saberá quem ele realmente é.”
O grande perigo de acreditar ser tão apto para escolher entre Deus e os prazeres reside neste ponto, achar que Deus está sujeito a sua vontade. As piores mensagens, linhas teológicas ou tentativas de evangelismo que eu tenho presenciado ultimamente têm esse ponto em comum. Do mesmo modo que os homens que não nasceram do Espírito montam um Deus a seu bel-prazer e segundo a sua imagem, os evangélicos contemporâneos fizeram um bezerro de ouro, que chamam de Jesus, para adorarem e suprirem a necessidade que eles têm de uma espiritualidade real. Como escreveu Samuel Chadwick:
“Não ter espiritualidade nenhuma, é muito triste; mas fingir uma espiritulidade é mais triste ainda.”
Devido a esses fatos, não posso deixar de advertir, na esperança de que alguns possam se despertar, contra o humanismo que tem adentrado há anos as igrejas evangélicas e sido divulgado dos seus púlpitos pelo muitos homens que, por se julgarem mais importantes e conhecedores, fizeram ressoar seus usos e costumes como algo que houvesse saído dos lábios do próprio Deus. Eles deixaram de ser julgados pela palavra e começaram a julgá-la e torcê-la segundo ao que lhes parece favorável e habitual. Começaram a determinar o que ela deveria ensinar ao invés de aprenderem o que ela tem a dizer. E é por isso que temos em nossos dias uma grande variedade do que pode ser considerado lixo-evangélico ou gospel.
Sei que tanto no mundo quanto nos meios evangélicos existe o perigo de se ser taxado de fanático, extremista e até mesmo de herege, ao se firmar numa posição contra ao que não é tão agradável a visão dos grupos carnais que circulam em ambos. Mas tenho paz em meu coração por saber que não discordo da grande maioria que está na igreja só para ser “diferente”, como muitos fazem para chamar a atenção ou bagunçar as coisas. Faço minhas as palavras de Lutero quando foi pressionado a contradizer tudo que havia escrito e proclamado:
“A menos que possa ser refutado e convencido pelo testemunho da Escritura e por claros argumentos estou conquistado pela Santa Escritura citada por mim, minha consciência está cativa à Palavra de Deus: não posso e não me retratarei, pois é inseguro e perigoso fazer algo contra a consciência. Esta é a minha posição. Não posso agir de outra maneira. Que Deus me ajude. Amém!”
A vontade que nos é dada por Deus, o estudo da palavra, a oração e a disciplina, levarão aqueles que crêem a se aprofundarem nos mistérios da eternidade.
Irmãos, não façam um deus para vocês, sigam somente e fielmente o Deus que os fez.

João Vítor

Um pouco mais sobre a fé Parte 3


Incredulidade

Baseado nas afirmações de Deus, o diabo nos ataca com sua arma mais letal, as sementes da dúvida que crescem em ansiedade e dão o fruto ao pecado,
pois "tudo o que não provem da fé é pecado" Rm. 14:23b. Você se lembra de Eva (Gn. 3:1-6)? Se lembra de como ele atacou Jesus no deserto (Mt. 4:1-11)?
Se lembra de como ele usou Pedro (Mt. 16:23)? Creio eu, que até mesmo através dos lábios do povo e dos sacerdotes suas sementes foram lançadas! (Mt. 27:39-42)
Essas sementes só podem germinar em solo fértil, em um coração que dê espaço para o adubo da incredulidade.
Ela vai diretamente contra o caráter, poder e entre outros atributos de Deus. Toca diretamente no caráter daquEle que é o que é.
"Não é uma coisa medonha, que uma criatura ouse colocar em dúvida a Palavra daquele que a formou? Não é um crime e um insulto à Divindade, que eu,
miserável átomo, grão de areia perdido nesta imensidão, ouse desmentir o Todo-poderoso? Não é o cúmulo da arrogância e do orgulho, que um filho de Adão
diga em seu coração: "Deus! Eu duvido de tua graça, duvido de teu amor, duvido de teu poder!" C.H. Spurgeon

1- Mãe de todos os pecados
A incredulidade, e não a dúvida, pode ser considerada mãe(ou base) de todos os pecados, porque para a existência de dúvida é necessário que não se tenha
certeza de algo. Ora, se a fé, em si, é a certeza fundamentada no caráter de Deus, o Autor das Promessas, logo a dúvida está edificada sobre um conceito que
não nos deixa confiantes no caráter daquEle que prometeu. Ou seja, para que haja dúvida é necessário não crer totalmente em alguma afirmação feita por Deus
ou sobre Deus. *
Essa incredulidade traz juntamente consigo as algemas que prendem os homens nos mais variados tipos de vícios e maldades, pois ela tira o freio dos homens,
um pregador escreveu certa vez:"Tirem-me a fé, e meu ser moral não terá mais freio. Ora, como controlar sem freios nem rédeas, um cavalo indócil?".
Nós sabemos que o homem não é nem um pouco dócil, segundo os padrões de Deus.
Vamos olhar para o relato da queda do homem, examinando os versículos de 1 a 6 do capítulo 3 do livro de Gênesis:
Verso 1
Vemos Satanás, a antiga serpente(Ap.12:9), usando de um pouco de confusão e fazendo aquilo que os religiosos adoram fazer, proibições além daquilo que
Deus proibiu:"Foi isto mesmo que Deus disse:´Não comam de NENHUM FRUTO das árvores do jardim?´"
Verso 2 e 3
Eva prontamente responde e, segundo a lógica natural(ao meu ver), acrescenta um pouco mais no que Deus disse:"Podemos comer do fruto das árvores do jardim, mas
Deus disse:´Não comam do fruto da árvore que está no meio do jardim, NEM TOQUEM NELE, do contrário vocês morrerão.´"
Verso 4 e 5
A serpente lança seu veneno, uma afirmação contrária a de Deus, tenta retirar os freios, os limites estabelecidos por Deus. E mostra o caráter de Deus de forma
distorcida, como se Ele fosse um egoísta:"Certamente não morrerão! Deus sabe que, no dia em que dele comerem, seus olhos se abrirão, e vocês como Deus,
serão conhecedores do bem e do mal."
Verso 6
Após ter seus olhos totalmente voltados para seus próprios desejos, Eva, envenenada pela serpente, pega o fruto da árvore e come, e o dá ao seu marido, que
também come...o resto da história a gente já conhece.

"É, portanto, correto dizer que a incredulidade é a mãe de todos os vícios; é o pecado por excelência, porque traz em seu seio todos os outros.
Digo mais: se há um pecado mais odioso ainda que a incredulidade de um não-cristão, certamente deve ser a incredulidade do filho de Deus.
Todo incrédulo é capaz de cometer o mais negro dos crimes que jamais tenha poluído a terra. A incredulidade, meus irmãos, foi ela que endureceu o coração de
Faraó, ela que descontrolou a língua de Rabsaquê, ela que tornou-se decidida e crucificou o Rei da Glória!
Sem opositor, esse é o pecado rei; ele é o pior de tudo o que é mal; o princípio e o veneno de todo o vício; a escória de toda a maldade, a obra-prima de
Satanás.
Pois a Escritura declara nestes termos a causa da condenação: que a luz veio ao mundo e os homens amaram mais as trevas do que a luz; lá nós lemos palavras
como estas: aquele que não crê, já está condenado, porque não crê no nome do Filho de Deus; eu não temo afirmar da maneira mais positiva, com a Palavra de
meu Mestre, que a incredulidade é um pecado." C.H. Spurgeon

2-Alimenta os outros pecados
A falta de fé nos leva ao pecado, pois nos faz inverter os padrões, é uma valorização do que é temporário(prazeres que o pecado traz) e uma desvalorização do
que é eterno(palavra de Deus a respeito das suas promessas).
Da mesma maneira que a incredulidade incentiva ao pecado, ela também nos deixa em uma posição de conforto para permanecermos nele.
"Diz o tolo em seu coração:´Deus não existe´. Corromperam-se e cometeram atos detestáveis; não há ninguém que faça o bem." Sl.14:1-3
"Diz o tolo em seu coração:´Deus não existe!´. Corromperam-se e cometeram injustiças detestáveis; não há ninguém que faça o bem." Sl. 53:13
"Quando os crimes não são castigados logo, o coração do homem se enche de planos para fazer o mal" Ec. 8:11
É dentro desse contexto que nós, cristãos, corremos o risco de vivermos como inimigos da cruz de Cristo(Fp.3:18-19). Por isso, precisamos sempre examinar os
nossos corações, pois agiremos segundo aquilo que estiver neles. E:
"Se continuarmos a pecar deliberadamente depois que recebemos o conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelo pecado..." Hb. 10:26

3-Impede que as pessoas perseverem em boas obras

Muitas vezes a resposta que damos à incredulidade não é a fé, mas sim a desistência. Quantas pessoas conhecemos que talvez se tornariam missionárias
realmente dedicadas a Deus? Ou quantos jovens teriam se tornado pregadores ousados e usados pelo Senhor?
"A fé é, para o cristão, o que era sua cabeleira para Sansão. Tire-lhe a fé e você poderá lhe furar os olhos e reduzi-lo a uma completa incapacidade." C.H. Spurgeon
Temos que nos cuidar para não nos tomarmos, primeiramente, seguidores do deísmo: Sistema filosófico ou atitude dos que rejeitam toda espécie de revelação,
mas admitem a existência da Divindade. "Quando digo que falo com Deus, me chamam de religioso. Quando digo que Deus fala comigo, me chamam de
esquizofrênico". E logo após, participantes do ceticismo:Sistema filosófico que não acredita que exista verdade absoluta. E, por fim, simpatizantes do
ateísmo:Sistema que não acredita na existência de Deus. Esses são os riscos que os "reformadores" contemporâneos correm, porque muitos tentando ir contra
a religião e a religiosidade se levantaram contra a perseverança e a fé que a bíblia nos ensina a ter. Não há religiosidade alguma em crer que Deus tem TODO o poder e
é soberano sobre TODAS as coisas!

4-Deus não é indiferente a ela

"Se tivermos obras e não tivermos fé, todas as virtudes puramente humanas serão parecidas com aquelas pequenas conchas que servem de moeda em certas
partes da Índia. Eles servem para comprar na Índia, mas na Europa não têm valor algum. Analogamente, as virtudes humanas podem servir como moeda corrente
aqui embaixo, mas no alto não servem para nada. Sem a fé, todas essas coisas reunidas não têm nenhum valor diante de Deus. As virtudes, sem a fé, são
pecados maquiados por fora e nada mais. A obediência sem a fé – (admitindo que isso fosse possível) – não seria mais que desobediência disfarçada.
A incredulidade anula tudo. Se possuíssemos todos nós a pureza mais amável, a filantropia mais generosa, a simpatia mais desinteressada, o gênio mais nobre,
o patriotismo mais devotado, a integridade mais conscienciosa, mas não tivéssemos a fé, não temos nada. Sem a fé, diz o Apóstolo, é impossível agradar a
Deus." C.H. Spurgeon

Desde o princípio Deus sempre puniu a incredulidade:
1)Adão e Eva- Como anteriormente vimos, após a descrença na declaração de Deus comeram do fruto proibido. Gn.3:1-6. Temos as marcas da deles punição
até os dias de hoje.
2)As pessoas que viveram na mesma época que Noé. Hb. 11:7
3)Faraó, o rei do Egito, teve seu povo e reino afetados pelas pragas de Deus, perdeu seu exército e por fim a própria vida. Êx. Cap. 5 a 14.
4)As pessoas do povo de Israel, que não permaneceram firmes no que Deus havia dito diante do que ouviram a respeito dos habitantes de Canaã, morreram no
deserto durante os 40 anos de sofrimento. Hb. 3:7-19
5)Zacarias, o pai de João Batista duvidou e imediatamente o anjo o fez ficar mudo; sua língua foi amarrada, por causa de sua falta de fé. Se você
não tem fé, faça um favor, cale a boca. Lc. 1:18-20
6)Os Judeus que rejeitaram o Messias e o pregaram na Cruz, basta ler a descrição da destruição de Jerusalém por Tito.

Deus não é indiferente a incredulidade.

"Humilhante insensibilidade do coração do homem! Até as rochas se fenderam ao ver Jesus morrer. Por que é assim, meus amigos? Ah! É por que entre vocês
e a cruz do meu Salvador, há pensamentos de incredulidade. Se o véu espesso da dúvida não lhes furtasse a figura divina de Jesus, seu olhar de amor
derreteria o gelo de seus corações.
Vou lhes dizer, meus amigos, é simplesmente porque a incredulidade está no fundo de seu coração; é ela que impede as ameaças de Deus tocarem seu
coração
(...)
Então, não haveria mais, na casa de oração, nem indiferentes, nem sonolentos, nem ouvintes desatentos; então, depois de ouvir a Palavra, ninguém a
esqueceria tão rápido. Sim, eu digo isto com plena convicção, sem a incredulidade, nenhuma exigência lançada pelas temíveis baterias da lei, deixaria de
atingir seu alvo e grande seria o número daqueles que seriam mortos pelo Eterno. (Is 66:16)." C.H. Spurgeon

Que Deus possa golpear o nosso coração de maneira tão forte que ele não terá mais espaço para as sementes da dúvida.
O inferno é a maior recompensa que os incrédulos poderão receber; é sua herança, seu patrimônio, a prisão que em todos os tempos lhes foi destinada.
Desde o princípio, o mundo requer uma fé que não volta a trás.
Sendo assim, podemos permitir que as dúvidas cerquem a nossa vida de oração? Devemos desistir e nos entregar à descrença?
- Se Deus é um Deus de inigualável poder e inacreditável força,
- Se a Bíblia é a imutável Palavra do Deus vivo,
- Se a virtude de Cristo é tão nova hoje como quando Ele primeiro fez a oferta de Si mesmo a Deus depois de Sua ressurreição,
- Se Ele é o único mediador hoje,
- Se o Espírito Santo pode nos ressuscitar como Ele fez como nossos pais espirituais,
Então todas as coisas são possíveis hoje. Irmãos, tenhamos fé!

Fim
João Vítor

Influências & Pensamentos:
A.W. Tozer, Arthur W. Pink
C.H. Spurgeon, David Martyn Lloyd Jones
Leonard Ravenhill, Leith Anderson
Revista “Morning and Evening” e o site www.estudobiblico.org

Um pouco mais sobre a fé Parte 2


O que é fé?

“Se Cristo fosse somente um poço de água, em breve poderíamos esgotar Sua capacidade, mas, quem pode esvaziar uma fonte?" C.H. Spurgeon

Já existem muitos escritos sobre esse assunto, e mesmo se eu tivesse a oportunidade de ler, meditar e buscar algo de Deus em cada um deles não teria todo o conhecimento e conceitos de fé existentes na bíblia. Qualquer pessoa que foi salva por Cristo e estuda sua bíblia, sabe que aquilo escrito em suas páginas não a deixa ser um livro comum. A bíblia nunca foi e nunca será um livro medíocre, a começar pela forma em que ela nos apresenta as coisas. Geralmente, ela trabalha com proposições, ou seja, não é comum a apresentação de conceitos e definições, ela simplesmente apresenta algumas proposições, que são descrições que, num todo, nos levam a compreender algo que está sendo apresentado. Exemplo: Deus é Luz; Deus é vida. Esse tipo de apresentação é perfeito para o ensino, pois nos leva raciocinar para chegar a um entendimento e nos ajuda a memorizar o conceito e a definição de uma idéia.
Então, para entendermos um pouco sobre o conceito de alguma doutrina bíblica é necessário estudar muito mais do que alguns poucos capítulos.

1-Há duas proposições de fé que eu quero abordar, para deixar as duas distintas e dar um maior destaque na segunda:
A primeira, em uma definição bem simples, é o conjunto de ensinamentos e princípios retirados da vida de Jesus Cristo, que nos conduzem na vida cristã. Exemplo:
“Mas, se alguém não cuida dos seus, e principalmente dos da família, negou a fé, e é pior que um incrédulo”
I Tm. 5:8
Paulo, no contexto deste capítulo, está ensinando para Timóteo como ele deve tratar os vários tipos de pessoas que estão na igreja, e também dá direções para
que elas saibam a maneira certa de se comportar. Dizer que: ‘alguém negou a fé’, tem o mesmo significado que ‘negar a mensagem do evangelho’.
Paulo estava demonstrando que o comportamento do cristão confirma o que ele diz ter alcançado por meio do evangelho.
Não é um certo tipo comportamento que nos faz cristãos. Mas sim o comportamento gerado pela fé. Podemos observar esse princípio em Tiago, capítulo 2 a partir do verso 14...

2-A segunda proposição, é a da fé como confiança no caráter de Deus, essa é a fé que nos leva a uma nova maneira de ver e entender as coisas. Kepler, um astrônomo alemão, orou assim: "Ó Deus, graças te dou por permitir que eu pensasse seus pensamentos depois de Ti".
A fé é um órgão de conhecimento e, para o mundo, o conhecimento leva à fé, mas para os Cristãos a fé leva ao conhecimento. Para se ter fé, em relação as coisas naturais, são necessárias provas, pois sem estas é impossível acreditar em algo. Agora, em relação ao mundo espiritual, a fé vem sempre antes da compreensão da lógica humana.
Esse tipo de fé é a mesma que estava presente na vida de Abraão, que teve sua fé exercitada por Deus durante toda sua caminhada. Creio que um dos pontos mais altos dessas provações foi quando Deus pediu o sacrifício de Isaque, seu filho, e ele obedecendo ainda disse aos seus servos: “... eu e o rapaz vamos até lá. Depois de adorarmos voltaremos".
Essa, é aquela fé que se firma na declaração que Deus deu a Moisés:
"EU SOU, O QUE SOU", e também, "Diga ao povo que EU SOU me enviou a vocês". Assim como no caso de Abraão, Moisés e de muitos outros profetas, nós podemos ver que: a fé está baseada no caráter do Autor da promessa e, que durante toda caminhada, Deus nos ajuda a desenvolvê-la e exercitá-la.

A fé que nos leva a salvação NÃO é simplesmente uma conclusão deduzida de provas, mas sim, algo espiritual, da parte de Deus, injetado em nós e que nos leva a uma entrega total a Ele, o que é uma coisa impossível para um homem natural. "Crer de forma certa é tão milagroso quanto a saída de Lázaro do túmulo através da ordem de Cristo", disse A.W. Tozer

Aurelius Augustinus, nascido em 354 d.C. na cidade de Tagaste, uma cidade no norte da África, na Argélia. Filho de uma mãe cristã e de um pai pagão, foi influenciado por seu pai a fazer as mesmas coisas sujas que ele praticava e, mais tarde, se tornou um grande filósofo, orador e professor. Sua mãe, Mônica, uma cristã fervorosa, se dedicou muitos anos em oração pela conversão de seu filho. Até nos último momento da partida dele para a capital do império, e do pecado, Roma, ela orou e chorou pela sua vida. Mas Deus tinha outros planos e permitiu que ele partisse. A seguir, parte do testemunho da conversão do filho de Mônica, mais conhecido como Agostinho, um dos maiores teólogos cristãos, que influenciou homens como Calvino, Lutero, Immanuel Kant, Blaise Pascal e muitos outros:

“Um dia, lia as epístolas de Paulo, quando uma estranha agitação começou a mover minha alma. À medida que essa tempestade interior se desenvolvia, meu coração, minha mente e até meu rosto, ficaram descontrolados. Havia um Jardim anexo à nossa casa e eu corri para lá para que ninguém me visse daquele jeito”.

E lá estava eu, enlouquecendo a caminho da santidade e morrendo a caminho da vida!

Mas, oh, Senhor, tu usaste a vida de outros homens e mulheres transformados por Ti como um espelho em que eu pudesse estar sempre me encarando. Puseste-me frente a frente comigo mesmo para que eu pudesse ver quão deformado, imundo, manchado e contaminado eu estava.
Horrorizado, tentei fugir de mim mesmo e, finalmente, descobri que tu também estavas lá, na minha frente. Querias que eu descobrisse minha iniqüidade e a odiasse, porque ela me separava de ti.

Minha alma estava perdida.

Essa dificuldade para decidir por Deus ou por meus desejos estava me torturando. Puxei meus cabelos, bati com a cabeça, fechei meus punhos e apertei meus joelhos com ambas as mãos. Todo o meu corpo sentiu a agonia do meu desejo de ir ao teu encontro, mas não pude fazer minha alma levantar-se e ir na tua direção. Sabia que era algo muito pequeno o que me impedia. Então, virei o corpo e movi-me como se estivesse preso a uma corrente e minha agonia fosse, finalmente, capaz de quebrá-la.

Saí apressadamente da casa para o jardim e joguei-me ao chão sob uma figueira. Lágrimas escorreram dos meus olhos. Gritei em alta voz:
“Até quando continuarei dizer: ‘mais tarde´ e ´amanhã´? Por que não posso pôr um ponto final nesta sujeira de uma vez por todas?´”
Naquele exato instante, ouvi uma voz de criança vindo de uma casa vizinha -não sei se de menino ou menina -cantando continuamente:
´Pegue e leia, pegue e leia...´ Parecia o som de uma brincadeira infantil, mas nunca tinha ouvido antes semelhante música.
Aquelas palavras chegaram ao meu coração com a força de um comando divino:´Pegue e leia...´

Forcei-me a parar de chorar e levantei-me do chão. Então voltei ao jardim, para o lugar exato onde havia lido as Escrituras, pois acreditei que a voz que ouvira tinha sido nada menos que uma ordem divina para abrir a Palavra e ler a primeira passagem que eu encontrasse. Apanhei o livro rapidamente, abri e li a primeira passagem que meu olho avistou: ´ Por pertencermos ao dia, devemos viver de maneira decente para que todo mundo possa ver. Não participem na escuridão das orgias e bebedeiras que levam a se embriagar, nem da promiscuidade sexual e de uma vida imoral cheia de safadezas, nem de discussões e ciúmes. Em vez disso, vistam-se com a presença do Senhor Jesus Cristo. E não fiquem fazendo planos para satisfazerem os seus desejos maus.’ (Romanos 13:13-14)

Não precisei ler mais nada. Não havia necessidade. Logo que cheguei ao final da frase, meu duro coração encheu-se de luz e confiança. Todas as minhas dúvidas foram dissipadas ”

Esse é um dos exemplos da fé descrita em Efésios 2:8. A resposta interna à palavra de Deus, que sem a ajuda do Espírito Santo, é impossível ao homem!

Tudo aquilo que foi nos foi prometido por Deus, e que nós esperamos, está baseado no caráter daquele que fez a promessa. O próprio Deus é o "sim" e o "amém" de todas as suas promessas, desde da salvação dos que foram justificados pelo sangue de Cristo até a condenação dos que não creram na mensagem do evangelho de salvação.

A idéia de fé no Antigo Testamento é também a de 'descansar' ou 'apoiar-se', confiante em alguém ou em alguma coisa.
“Diz, o Soberano, o SENHOR, o Santo de Israel: ´No arrependimento e no descanso está a fé de vocês, na quietude e na confiança está o seu vigor, mas vocês
não quiseram.´” Is 30. 15.
“Parem de Lutar! E saibam que eu sou Deus” Sl 46. 10.
A fé aprovada é aquela que nos leva a declarar:"O Senhor é meu pastor...", sem ter a necessidade de afirmar:"...e nada me faltará"

Deus nunca se agradou daqueles que, mesmo temporariamente, não confiaram nEle:
"Disse, porém, Moisés ao Senhor: Ó Senhor! Nunca tive facilidade para falar, nem no passado nem agora que falaste a teu servo. Não consigo falar bem!
Disse-lhe o Senhor: Quem deu boca ao homem? Quem fez o surdo ou mudo? Quem lhe concede vista ou torna cego? Não sou eu, o Senhor? Agora, pois, vá;
eu estarei com você, ensinando-lhe o que dizer.
Respondeu-lhe, porém, Moisés: Ah Senhor! Peço-te que envies outra pessoa.
Então o Senhor se IROU com Moisés e lhe disse: ..."

A fé só pode ser considerada enquanto ainda se está aguardando algo que foi prometido. Temos um bom exemplo quando Johnn Bunyan nos mostra seu
Cristão cativo pelo Gigante Desespero no Castelo da Dúvida. A chave para sua libertação foi Promessa.

As provações da fé

"A fé não provada talvez até seja fé, mas, com certeza, é uma fé muito pequena, e é provável que continue assim enquanto não for testada. A fé nunca se desenvolve tão bem quanto na época em que as coisas estão todas contra ela: as tempestades são seu guia e os relâmpagos sua luz. Quando reina a calmaria, você pode içar as velas como quiser que a nau não se dirige para o porto; pois num oceano adormecido a embarcação também adormece. Deixe os ventos uivarem e as águas se elevarem; e, ainda que o barco possa oscilar, o convés ser lavado pelas ondas e o mastro ranger sob a pressão das velas entumecidas, aí então é que ele avançará em direção à tão almejada enseada. Nenhuma flor exibe um azul tão adorável quanto aquelas que crescem ao pé das geleiras; nenhuma estrela brilha com tanto esplendor quanto aquelas que cintilam no céu polar; nenhuma água é tão doce quando aquela que brota em meio às areias do deserto; e nenhuma fé é tão preciosa quanto aquela que vive e triunfa na adversidade. Fé provada traz experiência. Você não poderia acreditar em sua própria fraqueza se não tivesse sido forçado a atravessar os rios; e jamais teria conhecido a força do Senhor se não tivesse sido carregado por Ele no meio da
enchente. Quanto mais exercitada nas tribulações, mais a fé cresce em consistência, segurança e intensidade. A fé é preciosa, e sua provação também."
Revista Morning and evening

Dentro desse contexto, no capítulo 27 de Atos, nós encontramos um dos perigos que levam muitos a realmente tomarem uma posição firme diante de Deus, ou a revelarem sua incredulidade, o perigo de morte. O barco que levava Paulo para Roma estava no meio de uma tempestade terrível, todos já estavam desesperados, na verdade, quase todos. Leonard Ravenhill ilustra assim:
"Os mares estavam agitados, os ventos estavam uivando, os marinheiros estavam chorando, os mastros estavam voando, as estrelas estavam escondendo-se. As pessoas estavam encolhendo-se e gritando, gemendo e suspirando. Somente um homem estava louvando. Todos estavam esperando a morte, exceto Paulo. No meio de uma cena de desespero, se alguma vez houve uma, Paulo clamou: ´Senhores, eu creio em Deus´".

A intranqüilidade do homem, ou a sua procura obstinada por uma saída frente aos problemas da vida é uma demonstração de falta de confiança em Deus,
pois a religião traz uma mudança de atitude somente, os religiosos não se saem bem quando a fé nos seu sentido real e bíblico é necessária, a fé saudável traz,
primeiramente, uma mudança de coração e juntamente consigo as atitudes. Por isso o pecado engana tão facilmente os religiosos.

O caráter da fé não pode ser compreendido pelo homem natural/carnal, pois a fé está fundamentada em Deus, que é a base absoluta para que se torne possível
crer em Suas grandiosas promessas. Encontramos isso em Hebreus 11:1 "Ora, fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos".
E isso aos olhos do homem natural é estúpido, é ilógico e irracional. Certa vez em um capítulo dos Simpsons em que o Homer vai para índia, Bart disse:
"Esses indianos são muito burros eles acreditam em um deus com uma cara de elefante. Nós somos mais inteligentes, acreditamos em um carpinteiro que viveu
a 2.000 anos atrás". Esse é o pensamento irônico que circula pelas mentes que pertencem a este mundo. O ser humano está totalmente estruturado para crer
naquilo que apresenta provas convincentes a ele, por isso o anti-Cristo vai ter uma enorme multidão arás dele no fim dos tempos.
Infelizmente, ainda existem cristãos que tentam trazer algo visível para a fé que deveria ser depositada em um Deus invisível. Muitas das pesquisas feitas por cientistas
cristãos levam mais a lógica humana do que para fé bíblica, sem falar nas tentativas frustradas que ainda dão margem para os comentários de incrédulos. Certa
vez, enquanto estava no laboratório de informática da minha antiga escola, achei um site que falava sobre uma experiência de cientistas cristãos que estavam
dizendo que haviam menos dias solares do que dias terrestres, ou seja, eles estavam dizendo que por um certo período de tempo o sol não se pôs,
episódio que nós encontramos descrito no capítulo 10 do livro de Josué, só que a NASA resolveu investigar para ver se isso era verdade, advinha? Os cientistas
cristãos estavam errados, o dono do site escreveu um comentário mais ou menos assim: "Acho que aqueles que realmente acreditam no que está escrito na bíblia
não precisam de provas científicas, eles deveriam deixar estas questões somente com a fé, pois é somente neste campo que elas causam mais efeito..."
As pessoas podem mudar de posição naturalmente, sem qualquer ajuda do Espírito Santo. A mesma coisa não pode ser dita a respeito da fé.
A manifestação de Deus está perfeitamente expressa em Cristo Cl. 1:15-20, qualquer prova apresentada que ultrapasse isso é uma perversão da fé, mesmo que
seja com boas intenções.

"Ninguém pode vir a mim, se o Pai, que me enviou não o atrair; e eu o ressuscitarei no último dia. Está escrito nos Profetas:´Todos serão ensinados por Deus´.
Todos os que ouvem o Pai e dele aprendem vêm a mim."João 6:44-45

João Vítor
Ficarei em silêncio? Deus não permita!
Ai de mim, se me calar.
É melhor morrer, do que não me opor diante
dessa impiedade, que me faria participante da
culpa do inferno.


John Huss