Puro & Simples


Não é uma banda;
Não é um ministério de louvor;
Não é música profissional;

Mas é um grupo de amigos que andam juntos e através da música, de forma simples e direta, expressam as experiências boas e ruins de sua caminhada na fé cristã.

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João Vítor
mpjony@hotmail.com

Léo
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Entretenimento


Bezerro de ouro...

O termo bezerro de ouro é aplicável, sem sombra de dúvida, ao povo de Deus hoje em dia que como o antigo Israel tem sido infiel ao Senhor no deserto O trocando por um “deus” feito pela sua própria vontade. E, “feito pela própria vontade” é um termo que se encaixa muito bem ao entretenimento dos nossos dias, seja ele gospel ou não. O paralelo que se pode traçar entre a igreja moderna e o antigo povo que caminhou no deserto pode ser encontrado em Êx. 32:1: “O povo, ao ver que Moisés demorava a descer do monte, juntou-se ao redor de Arão e lhe disse: “Venha, faça para nós deuses (ou um deus) que nos conduzam, pois a esse Moisés, o homem que nos tirou do Egito, não sabemos o que lhe aconteceu””. O povo simplesmente decidiu criar algo visível porque, por falta de fé, não conseguia mirar no invisível. O mais interessante é que o bezerro se tornou um pretexto pra uma farra a tal ponto que o próprio povo se tornou “objeto de riso para seus inimigos”. (Êx. 32:25)
A farra evangélica de nossos dias com certeza leva os “inimigos” da igreja a gargalharem ao verem um povo que tenta fazer tudo o que eles fazem em seu bailes funk, festas rave e afins, só que na maioria das vezes com uma qualidade inferior e com o típico ar hipócrita de quem prepara todo um ambiente propício ao pecado só que “em santidade”. Pelo menos é o que os pastores e os líderes de jovens acham.
Todavia, não é esse tipo de entretenimento que mais me preocupa, esse tipo pode ser evitado por qualquer um que pára pra pensar um pouco com seriedade e sinceridade de devoção ao nosso Senhor e Cristo. Como diria meu velho amigo e irmão “O homem mais perdido é aquele que não sabe que está perdido”, então eu quero falar de algumas coisas que são boas em si, mas podem se tornar em entretenimento maligno e tirar nosso foco do Senhor, isso acontece mesmo com as pessoas mais sinceras.
O mundo de nossos dias é uma piscina de entretenimento de fácil acesso e com a água de temperatura mais agradável que jamais se viu na terra, se você voltasse somente algumas décadas atrás entenderia que a idéia desse fácil acesso ao entretenimento era uma idéia muito, mas muito, distante das mentes de nossos avós e até mesmo pais. Hoje em dia já não se tem tanta dificuldade para ter uma televisão, vídeo games, celulares (com televisão) e outras coisas que tiram o tempo de nossas mãos e ainda nos deixam sorrindo vendo-o ir embora como grãos de areia entre nossos dedos. Absolutamente, vivemos nos dias onde tudo coopera para que nunca paremos para pensar em nossas vidas, com o tipo de pensamento que nos leva a querer mudar. Então, quando acordamos, se é que acordamos, estamos nos sentindo tão longe de Deus que não sabemos em qual parte da trilha tomamos o caminho errado e fomos parar no lugar baixo de onde nós, de cima, achávamos que nunca iríamos parar. É nesse tipo de entretenimento contínuo que mora o perigo. Basicamente o dias das pessoas, principalmente jovens, ao nosso redor se resume nisso: “Quando estou em casa permaneço diante da televisão ou computador, quando estou na rua estou com o rádio do carro ligado ou com fones nos meus ouvidos, quando tenho tempo livre no trampo (serviço) estou no MSN ou Orkut”. Nós cristãos não paramos pra pensar profundamente sobre as coisas que ouvimos em pregações ou lemos na bíblia ou em textos e livros, estamos mais interessados em absorver tudo sobre Deus de forma rápida do que tudo de Deus e com Deus no ritmo que Ele nos dá, como uma esponja encharcada que quando é apertada se esvazia e se torna seca novamente assim acontece conosco quando nossas brilhantes idéias, teses e doutrinas teológicas (que geralmente são boas) não resistem às tribulações que passamos. Aí quando você chega nesse ponto você diz: “Deus, eu assisti os vídeos do blog Voltemos ao Evangelho e do Vem Ver Tv. Eu li os livros dos caras certos, acreditei nos cinco pontos, sei me defender muito bem em um debate” e etc. Na verdade você está despejando munição no alvo errado, essas coisas são boas e aprender com elas também, o real problema está quando você começa a se distanciar de Deus para aprender mais sobre Ele. Parece ilógico o que eu estou escrevendo, mas é bem mais real do que você imagina.
A teologia sistematizada, os bons autores e as boas músicas sobre Deus estão aqui para servir a igreja para que ela sirva o Senhor, não é para ficar fazendo análise de laboratório ou experimentando suas teses nela. Tenham cuidado! Procurem em Deus, em oração e leitura de Sua palavra, a orientação para revolucionar sua própria vida e, se for da vontade Dele, alcançar sua igreja local.

“Naquele tempo”, nos conta em seu diário o missionário (de verdade) David Brainerd, “fiz um deus das minhas diversões, vindo delas a minha maior satisfação, ao mesmo tempo em que negligenciava as coisas de Deus. Agora, porém, só lanço mão delas para que me ajudem a viver para Deus. Deleito-me em Deus continuamente e não nas diversões, extraindo do Senhor a minha mais alta satisfação. No passado, aquelas coisas eram meu tudo; mas agora são apenas meios para que eu chegue ao meu tudo. Aquelas coisas que tomam meu tempo quando vistas por este ângulo, não tendem a impedir a minha espiritualidade, e, sim, a promovê-la, agora percebo mais do que nunca que tais coisas são necessárias.”
E para mostrar um dos efeitos de uma vida dedicada a Deus com esse equilíbrio quero compartilhar com vocês a oração de umas das índias recém convertidas que foi alcançada por Deus através da vida de David:
“Ó, Senhor Bendito! Vem, vem! Ó leva-me daqui; deixa-me morrer e ir para perto de Jesus Cristo! Tenho medo de continuar viva e pecar de novo. Ó, deixa-me morrer agora! Ó, querido Jesus vem, não posso ficar! Não posso permanecer aqui! Como posso continuar vivendo neste mundo? Tira a minha alma deste corpo e lugar pecaminosos! Ó, nunca mais deixe que eu peques contra ti! Ó, que farei, que farei, querido Jesus?”

Que Deus Guie Vocês!

João Vítor

Como o pecado afeta a transparência no uso das palavras...Paul Tripp

Ensina a gente a orar...


Algumas semanas atrás uma amiga e irmã a quem admiro muito me passou este trecho do estudo que ela iria fazer com as meninas com que ela se reúne em sua igreja. A dificuldade delas era a mesma que a maioria dos cristãos tem, a oração, ou pelo menos a motivação correta para praticá-la e a firme consciência da realidade de que Deus realmente a ouve e responde, mesmo que sua resposta seja um quase audível "não" ou "espere". Desejo que esse texto possa ajudá-los de uma maneira muito profunda e motivadora. Que Deus guie vocês. Boa leitura!

O Único Mestre...

‘E aconteceu que, estando ele a orar num certo lugar, quando acabou, lhe disse um dos seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar.' Lucas 11:1
Os discípulos tinham estado com Cristo e visto-O orar. Tinham aprendido a compreender algo da relação entre a Sua maravilhosa vida pública e a Sua secreta vida de oração. Eles tinham aprendido a crer Nele como um Mestre na arte da oração – ninguém podia orar como Ele. E assim, eles vieram a Ele com um pedido “Senhor, ensine-nos a orar!” E nos anos seguintes eles nos teriam dito que há poucas coisas mais magníficas ou excelentes que Ele lhes tinha ensinado do que lições sobre oração.
E agora com o passar do tempo, enquanto Ele está a orar num determinado lugar, aqueles discípulos que O vêm tão envolvido sentem a mesma necessidade de repetirem o mesmo pedido, “Senhor, ensina-nos a orar”. À medida que crescemos na vida cristã, o pensamento e a fé do nosso Amado Mestre na Sua infalível intercessão torna-se ainda mais preciosa, e a esperança de ser mais semelhantes a Cristo na Sua intercessão ganha uma atratividade que era dantes desconhecida. E enquanto O vemos orar, e nos lembramos que não há ninguém que possa orar como Ele e ninguém que pode ensinar como Ele, sentimos que a petição dos discípulos, “Senhor, ensina-nos a orar”, é mesmo o que nós precisamos.
E quando pensamos o que tudo Ele é e tem, como Ele mesmo é nosso, como Ele é em si mesmo a nossa própria vida, sentimo-nos seguros em somente pedir, e Ele terá prazer em nos tomar para mais junto de Si e nos ensinar a orar tal como Ele ora. Vinde, meus irmãos! Não iremos nós ao Abençoado Mestre e pedir-lhe para inscrever os nossos nomes para constar nessa escola que Ele sempre mantém aberta para aqueles que anseiam continuar os seus estudos na arte Divina da oração e intercessão? Sim, digamos neste mesmo dia ao Mestre, como eles disseram antigamente, “Senhor, ensina-nos a orar”. Enquanto meditamos, veremos que cada palavra da petição é cheia de significado. “Senhor, ensina-nos a orar”, sim, a orar. Isto é o que precisamos de ser ensinados. Apesar de nos primeiros passos a oração ser tão simples que até a criança mais pequena pode orar, é ao mesmo tempo o mais elevado e mais santo trabalho que um homem pode empreender. É relacionamento com o Invisível e o Mais Santo Ser. Os poderes do mundo eterno foram colocados à sua disposição. É a verdadeira essência da verdadeira religião, o canal de todas as bênçãos, o segredo do poder e da vida. Não somente para nós mesmos, mas para outros, para a Igreja, para o mundo, que é por oração que Deus deu o direito de tomar posse Dele e da Sua força. É pela oração que as promessas esperam pelo seu cumprimento, o reino pela sua vinda, a glória de Deus pela sua completa revelação. E para este abençoado trabalho quão trapalhões e desajustados nós somos! Somente o Espírito de Deus pode nos capacitar a fazê-lo bem. Como somos enganados tão rapidamente a ficar na forma, enquanto o poder está à espera. Nosso antigo treino, o ensino da Igreja, a influência do hábito, o levantar de emoções – como isto conduz facilmente à oração que não tem poder espiritual, e compensa mas pouco. Verdadeira oração, que toma posse da força de Deus, que compensa muito, à qual os portões do céu estão verdadeiramente abertos – quem não clamará, oh, por alguém que me ensine a orar assim?
Jesus abriu uma escola, na qual Ele treina Seus remidos, que especialmente desejam
isto, ter poder na oração. Não iremos nós entrar nela com a petição, Senhor! É mesmo isto que precisamos de ser ensinados! Oh, ensina-nos a orar. “Senhor, ensina-nos a orar”, sim, a nós Senhor. Nós lemos na tua Palavra com que poder o teu povo crente de antigamente habitualmente orava, e que poderosas maravilhas eram feitas em resposta às suas orações. E se isto aconteceu no Antigo Testamento, no tempo de preparação, quanto mais não dará, nestes dias de cumprimento, ao seu povo este seguro sinal da Sua presença no seu meio. Nós ouvimos as promessas dadas aos seus apóstolos sobre o poder da oração em Seu nome, e temos visto quão gloriosamente eles experimentaram essa verdade: nós sabemos com certeza, que se podem tornar verdade para nós também. Nós ouvimos continuamente mesmo nestes dias que glória houve no Seu poder e o darás ainda àqueles que confiarem plenamente em Ti. Senhor! Estes homens foram igualmente sujeitos às mesmas paixões que nós; então, ensina-nos a orar também. As promessas são para nós, os poderes e dons do mundo celestial são para nós. Oh, ensina-nos a orar de maneira a podermos receber abundantemente. A nós também entregaste a Tua obra, na nossa oração também depende a vinda do Teu reino, na nossa oração também Tu podes glorificar o Teu nome; “Senhor, ensina-nos a orar”, sim a nós Senhor; nós oferecemo-nos como aprendizes; nós seremos de certeza ensinados por Ti. “Senhor, ensina-nos a orar”.
“Senhor, ensina-nos a orar”, sim, nós sentimos a necessidade agora de sermos ensinados a orar. A princípio não há obra que pareça mais simples; mais tarde nada mais difícil; e a confissão é forçada por nós: Nós não sabemos como orar como deveríamos. É verdade que temos a Palavra de Deus, com as suas claras e certas promessas; mas o pecado escureceu tanto a nossa mente, que nós nem sempre sabemos como aplicar a palavra. Nas coisas espirituais, nós não buscamos sempre as coisas mais necessárias, ou falhamos em orar de acordo com a Lei do santuário. Nas coisas temporais somos ainda menos capazes de avaliar-nos na maravilhosa liberdade que o nosso Pai nos deu para lhe pedirmos o que precisamos. E mesmo quando sabemos o que pedir, muito ainda fica por conseguir para que a nossa oração se torne aceitável. Precisa ser para a glória de Deus, numa submissão total à Sua vontade, na plena certeza de fé, no nome de Jesus, e com uma perseverança que, se necessário for, se recuse a ser negado. Tudo isto precisa se ser aprendido. Só pode ser aprendido na escola de muita oração, porque a prática aperfeiçoa. À parte da dolorosa consciência da ignorância e imerecimento, na luta entre acreditar e duvidar, a arte celestial
da oração eficaz é aprendida. Porque, mesmo quando nós não nos lembramos, existe Um,
o Iniciador e o Finalizador da fé e da oração, que vela pela nossa oração, e vê para que todos os que Nele confiam para esta educação desta escola da oração possam ser
carregados até à perfeição. Mas deixemos que a tónica mais profunda de toda a nossa oração seja a incapacidade de ensino que resulta de um senso de ignorância e da fé Nele como o professor perfeito, e então podemos ter a certeza de que seremos ensinados, e aprenderemos a orar em poder. Sim, podemos depender disso, Ele nos ensinará a orar.
“Senhor ensina-nos a orar”. Ninguém pode nos ensinar como Jesus, ninguém apenas Jesus; como tal, chamamos por Ele ‘ Senhor ensina-nos a orar’. Um aluno necessita de um professor que saiba o seu trabalho, que tem o dom do ensino, que em paciência e amor irá de encontro às necessidades do aluno. Abençoado seja Deus! Jesus em tudo isto e muito mais. Ele sabe o que a oração é. É Jesus, orando Ele próprio, quem nos ensina a orar.
Ele sabe o que a oração é. Ele aprendeu sobre isso no meio das tribulações e lágrimas da Sua vida na Terra. No céu ainda é o Seu trabalho amado. A Sua vida lá é oração. Nada Lhe agrada mais do que encontrar aqueles que pode levar consigo à presença do Pai, aqueles a quem ele pode revestir com o poder de orar debaixo da bênção de Deus com aqueles que estão à sua volta, aqueles que Ele pode treinar para serem seus colaboradores na intercessão pela qual o reino deverá ser revelado na Terra. Ele sabe como ensinar. Agora pela urgência da necessidade sentida, depois pela confiança que a alegria inspira. Aqui, pelo ensino da Palavra, ali pelo testemunho de outro crente que sabe o que é ter oração ouvida. Através do Seu Espírito Santo Ele tem acesso ao nosso coração e ensina-nos a orar mostrando-nos o pecado que obstrui a oração, ou dando-nos a garantia de que agradamos a Deus. Ele ensina, não só dando pensamentos do que pedir ou como pedir mas vivificando em nós o próprio espírito de oração, deixando dentro de nós o Grande Intercessor. Nós podemos de fato e sobremaneira alegres afirmar: ‘Quem ensinou como Ele?’ Jesus nunca ensinou os seus discípulos como pregar, apenas como orar. Ele não falou muito sobre o que era preciso para pregar bem, mas muito sobre o orar bem. Saber como falar com Deus é mais do que saber como falar com homens. Em primeiro lugar não está o poder com os homens mas o poder com Deus. Jesus adora ensinar-nos como orar.
O que é que vocês pensam meus amados discípulos seguidores! Não seria justo que pedíssemos aquilo que necessitamos ao Mestre, para que nos desse durante um mês um
curso de lições especiais sobre a arte de orar? À medida que meditamos nas palavra que falou na Terra, rendamo-nos aos seus ensinamentos na confiança plena de que com tal professor nós faremos progressos.
Tomemos tempo não só par meditar, mas para orar, para nos lançarmos aos pés do
trono e sermos treinados para o trabalho da intercessão. Façamos pois assim com a
garantia de que no meio das nossas hesitações e receios Ele está a levar a cabo o Seu
trabalho de uma forma maravilhosa. Ele respirará a Sua própria vida, que é oração, para nós. À medida que Ele nos faz participantes da Sua justiça e da Sua vida, Ele nos fará participantes da Sua intercessão também. Como membros do Seu corpo, como um
sacerdote santo, devemos tomar parte do Seu trabalho sacerdotal de insistir e perseverar com Deus pelo Homem. Sim, embora sejamos ignorantes e fracos de pensamento devemos muito alegremente dizer, ‘Senhor ensina-nos a orar’. Bendito Senhor! Que viveste sempre para orar, Vós podeis me ensinar a orar também, a mim também a viver para orar sempre. Nisto Vós amastes me fazer participante da Tua glória no céu, que eu possa orar sem cessar, e permanecer sempre como um sacerdote na presença do meu Deus.
Senhor Jesus! Eu peço-Vos que inscrevas meu nome neste dia entre aqueles que confessam que não sabem como orar como deveriam, e principalmente Vos pedir por um curso de ensino em oração. Senhor! Ensina-me a me separar para Vós na escola, e Vos dar tempo para me treinar. Possa um profundo pesar da minha ignorância, do maravilhoso privilégio e poder da oração, de uma necessidade do Espírito Santo como o Espírito de oração, me guiar a lançar fora meus pensamentos do que eu julgo saber, e me faça ajoelhar perante Vós em verdadeira falta de ensino e pobreza de espírito. E enche-me, Senhor, com a confiança de com um professor como Vós sois, eu poderei aprender a orar.
Na segurança que eu tenho como meu professor, Jesus que está sempre orando ao
Pai, e por Sua oração governa os destinos da Sua Igreja e o mundo, eu não temerei. Tanto quanto eu preciso saber dos mistérios do mundo de oração, Vós ireis revelar a mim. E quando eu não puder saber, Vós ireis me ensinar a ser forte na fé, dando glória a Deus.
Bendito Senhor! Vós não deixareis envergonhados Vossos alunos que em Vós confiam,
nem por Sua graça, Vós sereis também. Amém.

Andrew Murray
Tradução: Nunho Pinheiro
Fonte: Capítulo 1 do livro With Christ in the
School of Prayer, de Andrew Murray.
Site:www.monergismo.com

João Vítor
Ficarei em silêncio? Deus não permita!
Ai de mim, se me calar.
É melhor morrer, do que não me opor diante
dessa impiedade, que me faria participante da
culpa do inferno.


John Huss