Orgulho, Soberba, Altivez e “Sabedoria”


"Eles fecham o coração insensível, e com a boca falam arrogância." Sl. 17:10
"A vida de pecado dos ímpios se vê no olhar orgulhoso e no coração arrogante."Pv. 21:4
"os que têm olhos altivos e olhar desdenhoso;" Pv. 30:13

Creio que os que já se autopromoveram ao nível "Estou Acima de Qualquer Correção", seja nas áreas teológicas ou morais, não farão nenhum proveito deste estudo. Pois sei que a teologia sem espiritualidade e as aplicações morais sem conversão de vida levam ao mesmo caminho de cegueira espiritual e sucessivamente inferno. Espero ao menos, alcançar àqueles que ainda não caíram no penhasco da arrogância irrepreensível. Como um velho mestre disse: "Não custa nada espalhar avisos pelo caminho.", não é?

Está claro que existem muitas coisas que nos conduzem ao abismo do orgulho, mas dentre todas, vamos nos concentrar na "sabedoria", que é a mais fácil de se maquiar com “humildade” e é valorizada tanto no mundo quanto no meio cristão contemporâneo.
Nós podemos perceber partes desse tipo de “sabedoria” por todo lado, desde um professor universitário guiando seus alunos ao ceticismo moderno até um debate de pastores (que nunca chega a uma conclusão na qual um dos lados assume que está errado) discutindo sobre qual é a “visão” mais adequada ou dos cristãos emergentes batalhando em seus blogs para ver quem está mais bem informado.
Não sou a favor do novo mandamento que tomou conta das igrejas no Brasil, que diz: “Jamais discordarás do que te ensinarem aqui”, e também não sou participante da nova “bem-aventurança” que tem estado em tanta evidência em nossos dias, que nos diz: “Bem- aventurados os que concordam com tudo, pois não serão responsabilizados por coisa alguma”. Mas, mesmo sendo de se entristecer contemplar tantos homens castrados nos púlpitos cristãos tenho que concordar com o Rev. Ian Hamilton quando ele diz:
“A graça de Deus deveria adoçar nossas discordância. Existe um grande perigo de absolutizar a nossa forma de fazer as coisas. Devemos nos apegar àqueles que se apegam a Cristo"
Não há orgulho em defender, ou ter por certo, aquilo em que se crê. Os mártires do cristianismo são o melhor exemplo disso. O problema não é ter a certeza de estar certo, mas crer que há a impossibilidade de um dia se achar errado.

"Você conhece alguém que se julga sábio? Há mais esperança para o insensato do que para ele.” Pv. 26:12
"Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos e inteligentes na sua própria opinião!" Is. 5:21
“Se vocês são sábios e entendem as maneiras de Deus, que provem isso pelo seu bom comportamento e pelas suas boas obras praticadas com a humildade que vem da sabedoria. Mas, se no coração de vocês existe inveja amarga e ambição egoísta, não se gloriem disso, nem neguem a verdade. Esse tipo de “sabedoria” não vem dos céus, mas é deste mundo, não é espiritual e é do diabo. Pois onde tem inveja e ambição egoísta você achará desordem e maldade de toda espécie.” Tg. 3:13-16


Essa passagem de Tiago ilustra muito bem o que se passava na mente dos filósofos do passado, que influenciam nossa sociedade hoje, em contraste com a sabedoria que vem de Deus. A sabedoria dos filósofos eram reflexos exteriores de coisas que foram decoradas para que, de alguma forma, o interior seja valorizado, pois, nem todos que dizem "Só sei que nada sei" criam realmente nisso. A sabedoria deles não os salvou e muito menos redimiu a sociedade de suas épocas. No período em que César Augusto(63 a.C.) governava sobre o Império Romano nunca achamos uma sociedade tão corrompida e ao mesmo tão evoluída nas artes e na filosofia!
Sabe uma coisa interessante da sabedoria dos filósofos? É que ela os tornava mais pacientes com aqueles que eles consideravam inferiores a eles, aqueles que ainda não tinham conseguido alcançar o mesmo patamar deles. Isso mesmo, eles olhavam as pessoas “de cima”. Não é estranho encontrarmos isso entre cristãos? Até mesmo entre os mais modernos ou alternativos? Não, na verdade não é...por isso Tiago escreveu aquele texto.

"Não vou tolerar o homem de olhos arrogantes e de coração orgulhoso." Sl. 101:5b
"O Senhor detesta os orgulhosos de coração. Sem dúvida serão punidos. O orgulho vem antes da destruição; o espírito altivo antes da queda." Pv. 16:5,18
"Ele realizou poderosos feitos com seu braço; dispersou os que são soberbos no mais íntimo do coração." Lc. 1:51

Lembrem-se de Nabucodonossor (Dn. Cap. 4) e Herodes (At. 12:21-23), não há espaço para orgulho antes da lei e muito menos depois da graça.

O orgulho não pode e não deve ser companheiro do cristão em sua jornada em direção aos céus, pois esta é composta por uma necessidade de arrependimento diário. É um grande erro achar que o mundo é composto por algumas pessoas boas e outras más, na verdade, ele está cheio de pessoas más, algumas arrependidas e outras não. Mas quando olho para mim mesmo conhecendo quem eu sou e meditando no tamanho do Deus que criou todas as coisas e confundiu todos os sábios através de Cristo sou arrastado ao que Sócrates disse: “Sei que nada sei...”, e prontamente completo: “e que nada sou”.
Entretanto, a vitória sobre o “eu” não está no se desvalorizar, mas sim no seguir ao caminho Jesus Cristo para a crucificação. Sabedoria que é válida só pode ser achada na loucura da cruz, na qual a morte e a vida aparecem juntas, a morte do velho homem e o surgimento do que é novo em Cristo, pois não há poder o suficiente em nossas palavras para nos tornar humildes de verdade. Confesso que é muito mais fácil escrever sobre isso do que pôr em prática.

"Contudo, 'quem se gloriar, glorie-se no Senhor', pois não é aprovado quem a si mesmo se recomenda, mas aquele a quem o Senhor recomenda." II Co. 10:17-18

Que Deus nos ajude! Amém.

João Vitor

O Senhorio de Cristo

Falar em línguas


O assunto de “falar em línguas” geralmente cria discussões cheias de controvérsia e emocionalismo.o mais freqüentemente considerado centro de perguntas na questão das línguas no Novo Testamento é se eram idiomas humanos ou um discurso estático e desconhecido, e se esse dom é ou não adquirível hoje. Embora essas perguntas sejam importantes, uma outra igualmente importante questão tem sido deixada de lado. Essa questão é se o que fala em línguas no Novo Testamento entendia ou não aquilo que ele mesmo falava. Não só um entendimento correto desse problema lançará uma luz nas duas perguntas acima, mas irá trazer grande cura ao nosso alcance evangelistico na comunidade carismática.

Os que falam em “línguas” atualmente desde Pat boone até os membros de uma congregação local, afirmam que eles não podem entender o que falam usando seu dom. se o Novo Testamento confirmar a afirmação deles, então é possível (é pensado por outros ser impossível) que esse dom de “línguas” é de fato de Deus. Por outro lado se o que falava em línguas no Novo Testamento entendia o seu discurso, então o dom do que fala em “línguas” hoje não é o dom do Novo Testamento. Quando um individuo afirma que tem a habilidade de falar em línguas de acordo com o Novo testamento, mas não entende o que diz quando a bíblia ensina que ele deveria, então não deve haver dúvida que ele não possui o dom bíblico de línguas. A questão, então, é uma importante: aquele que falava em línguas no novo testamento entendia o que ele mesmo falava?

Sim, ele entendia

Primeiramente o texto de 1 corintios 14:5 claramente afirma que o que falava tinha a habilidade de interpretar o que ele mesmo dizia. O versículo diz: “aquele que profetiza é maior do que aquele que fala em línguas, a não ser que interprete para que a igreja seja edificada.”

No original, a frase “aquele que fala” é um particípio que governa a clausula dependente “a não ser que interprete”. Portanto, aquele que falava era o mesmo que interpretava.

Nisso, Paulo assume a habilidade daquele que fala em interpretar sua mensagem. Se o apóstolo tivesse um indivíduo diferente em mente na segunda clausula que não fosse o mesmo que fala, ele teria usado um pronome indefinido (eis, “um”) como em 1 corintios 14:27. Portanto, de acordo com Paulo, aquele que falava em línguas de fato entendia sua própria mensagem.

Segundo, 1 corintios 14:5 também indica que para que a igreja fosse edificada, a “língua” deveria necessariamente ser interpretada. A igreja não poderia ser edificada a não ser que entendesse o que aquele que falava em línguas dizia. Paulo também afirma a mesma coisa em 1 corintios 14:16,17. ali ele argumenta que aquele que não sabe ou entende o que está sendo falado não pode ser edificado.

Edificação, portanto, implica e pressupõe entendimento. Com essa perspectiva note com cuidado a implicação de 1 corintios 14:4ª que diz: “Aquele que fala em línguas edifica a si mesmo.”. Edificação implica entendimento, e o que fala em línguas edifica a si mesmo, então deve ser o caso de o que fala entendia o que ele mesmo dizia. Dizer que ele não entendia é, nesse contexto, o mesmo que dizer que ele não era edificado. Mas, ele era edificado. Portanto, entendia.

Não, ele não entendia

Há duas maiores objeções a esse ponto de vista, a segunda sendo mais decisiva. Primeiramente, é argumentado que se a minha tese é verdadeira, então nenhuma situaç~~ao como a descrita por Paulo em 1 corintios 14:28 pode existir. Ali o apóstolo proíbe falar em línguas quando não há intérprete. Mas se o que fala pode interpretar, nunca poderia haver uma situação onde não houvesse intérprete. Em resposta, precisamos definir o que seria uma situação onde não há intérprete.

Como foi observado acima, em 1 corintios 14:27 Paulo usa o termo “eis” para indicar que alguém além daquele que está falando deve interpretar. Então 1 corintios 14:28 leva a uma situação onde não há ninguém para interpretar além daquele que está falando. A ordem não nega ou afirma a habilidade daquele que fala em interpretar, mas proíbe o falar em línguas onde não há outro individuo para interpretar a mensagem. A sabedoria nisso é evidente. Assim como alguns profetas “julgavam” os profetas que falavam (1 corintios 14:29), era necessário que houvesse alguém diferente junto aquele que falava em línguas para interpretar, para que a tradução fosse preservada de qualquer mau uso por homens enganosos.

Segundo, é argumentado que 1 corintios 14:14 nega nossa tese. O texto diz: “Pois se eu oro em línguas, meu espírito ora, mas minha mente fica infrutífera.” Já que a mente fica infrutífera, ele não pode ter entendido o que disse. Em resposta, nós devemos primeiro notar o termo grego que é traduzido como “mente”. A palavra é “nous”. Para entender o seu uso aqui é necessário notar o seu uso nos versículos 15-17. Aqui “nous” equiparado com edificação (e portanto entendimento). Ter “nous” é ter edificação e ter entendimento, o último sendo uma melhor tradução do termo em si. Paulo, então, estava argumentando que quando ele orava em uma língua o seu “entendimento ficava infrutífero”. Portanto, o apóstolo não nega a sua habilidade de entender, mas afirma a mesma. Ele escreve: “meu entendimento fica infrutífero.”

Isso nos leva ao segundo ponto. Para quem o entendimento de Paulo é infrutífero? Os dois versículos que precedem providenciam a resposta. No verso 12 o apóstolo encoraja a pratica desses dons que edificam a igreja (a assembléia). O versículo 13 argumenta que essa é a razão porque “línguas” devem ser interpretadas, para que a assembléia possa ser edificada. O versículo 14, então, afirma a razão do versículo 13. se alguém ora em uma língua não interpretada, então seu “entendimento fica infrutífero”. Para quem? Para a assembléia na qual o que fala está orando. O foco de Paulo não é que o que fala não entende, mas que o seu entendimento (nous) é infrutífero em relação a assembléia quando não é interpretado.

Conclusão

Portanto, aquele que fala em línguas no novo testamento entendia o que ele mesmo falava e tinha a habilidade de interpretar para outros. Então, quando você for confrontado por um carismático que afirma ter falado em línguas, faça essa pergunta a ele: “Você entendeu o que você mesmo disse?”. Se a resposta dele for negativa (como a maioria será), então você pode ter certeza que ele não possui o dom que o novo testamento descreve.

Depois, você pode também perguntar se ele é ou não capaz de controlar o seu dom. se a resposta for negativa (como a maioria será) direcione ele a 1 corintios 14:27,28. Ali, Paulo instrui aqueles que falam em línguas a controlar seu dom, até mesmo ao ponto de não falar. Se alguém que nos dias fala em línguas, não entende nem controla o que fala, então seu dom certamente não é de Deus.

“Unto you young men: Treatise on Tongues,” World evangelist 7.6 (January 1, 1979), 17.

Tradução: Harlindo João

Santidade

A santificação não consiste na casual realização de ações corretas. Antes, é a operação habitual de um novo princípio celestial que atua no íntimo, influenciando toda a conduta diária de uma pessoa, tanto nas grandes quanto nas pequenas coisas. A sua sede é o coração, e, tal como o coração físico, exerce influência regular sobre cada aspecto do caráter de uma pessoa. Não se assemelha a uma bomba de água que só fornece água quando alguém a aciona; mas parece-se mais com uma fonte perpétua, de onde a torrente jorra perene e espontaneamente, com naturalidade. Herodes ouvia João Batista "de boa mente", ao mesmo tempo em que seu coração era inteiramente mau aos olhos de Deus (Mc 6.20).

Por semelhante modo, há dezenas de pessoas hoje em dia que parecem ter ataques espasmódicos de "atos de bondade", conforme os poderíamos chamar, e que fazem muitas coisas boas sob a influência da enfermidade, da aflição de morte na família, das calamidades públicas ou de alguma súbita agonia da consciência. Contudo, o tempo todo qualquer pessoa inteligente poderá observar claramente que tais pessoas não se converteram e que elas nada conhecem acerca da "santificação". Um verdadeiro santo, tal como Ezequias (2 Cr 31.21), age "de todo o coração" e poderá dizer, juntamente com o salmista: "Por meio dos teus preceitos consigo entendimento; por isso detesto todo caminho de falsidade (Salmos 119:104).

Desafio qualquer pessoa a ler cuidadosamente os escritos do apóstolo Paulo para neles encontrar grande número de claras orientações práticas, atinentes ao dever do cristão, em cada relacionamento da vida, e acerca de nossos hábitos diários, de nosso temperamento e de nossa conduta de uns para com os outros. Essas orientações foram registradas por inspiração divina, para orientação perpétua dos crentes professos. Aquele que não dá atenção a essas normas talvez seja aceito como membro de uma igreja ou denominação evangélica, mas certamente não será aquele que a Bíblia chama de homem "santificado".

J.C Ryle

DEUS CONTROLA O HOMEM


Ainda que isto seja muito difícil de aceitar, desejo que compreendam que essa é a verdade. Porque só existem duas alternativas, ou Deus tem o controle o alguém mais o controla a Ele. Do mesmo modo, é a vontade de Deus a que sempre se cumpre, ou é a vontade dos homens.

Agora, qual destas alternativas é a certa? É verdade que muitas pessoas odeiam a Deus, mas isto não significa que Ele não possa usá-los como seus instrumentos quando Ele assim o deseje. Não é suficiente dizer que Deus pode deter os efeitos maus do que as pessoas más fazem. Também não basta simplesmente dizer que algum dia Deus castigará os maus pelos seus pecados. Deus é tão grande que cada coisa que as pessoas mais malvadas realizam está inteiramente sob o Seu controle. De fato, as pessoas más em realidade fazem o que Deus tem dito de antemão que eles fariam, ainda que a pessoa má não perceba isso. Isto é exatamente o que aconteceu com Judas, o homem que entregou a Jesus Cristo nas mãos de aqueles que o adiavam. Poderia alguém ser mais malvado do que foi Judas? Assim sendo, se Judas estava fazendo aquilo que Deus tinha decidido que fizesse, então não é difícil crer que todas as pessoas más estão igualmente realizando o que Deus falou que haveria de acontecer.

Não queremos argumentar sobre este assunto, só desejamos ver o que a Bíblia diz. Em Atos 17:28 lemos que em Deus vivemos e nos movemos e somos. Isto foi expresso pelos poetas gregos que não eram crentes e cujos discípulos zoaram da idéia de que Jesus ressuscitasse da morte. Mas parece a ainda o realizado por estas pessoas estava sob o controle de Deus. De Provérbios 16:9 aprendemos que a gente faz seus próprios planos para a sua vida, mas são os planos de Deus os que em realidade se cumprem: "O coração do homem planeja o seu caminho, mas o SENHOR lhe dirige os passos". A história do rico insensato no Novo Testamento (Lucas 12:16-21) mostra quão certa é esta afirmação. Nos fala de como um homem planejava construir grandes celeiros onde guardaria toda a colheita que levantara. Ele planejava desfrutar de sua vida, porém Deus tinha determinado algo diferente, e foi o plano de Deus o que se cumpriu. Deus declarou que aquele homem néscio morreria essa mesma noite, e assim aconteceu.

Nunca é correto dizer que as pessoas podem atuar em contra da vontade de Deus. Tão somente pense nas seguintes passagens da Bíblia: Jó 23:13 diz: "Mas, se ele resolveu alguma coisa, quem então o desviará? O que a sua alma quiser, isso fará." Provérbios 21:30 diz: "Não há sabedoria, nem inteligência, nem conselho contra o SENHOR." Isaias 14:27 ensina que aquilo que Deus tem determinado, não pode ser alterado por ninguém: "Porque o SENHOR dos Exércitos o determinou; quem o invalidará? E a sua mão está estendida; quem pois a fará voltar atrás?"

A Bíblia ensina claramente que as ações de cada pessoa, sejam boas ou más, são controladas pelo Deus soberano. Os homens podem pensar que eles são mais fortes que Deus, rebelando-se talvez contra Ele, porém Deus ri de sua debilidade e do néscio que resultam. Ele é tão poderoso que pode destruí-los no momento em que assim o deseje.

Aqueles que confiam num Deus tão grande têm paz em seus corações.
Confiar num Deus soberano dá um sentido de segurança que fortalece a fé. Não é a casualidade, nem o "azar", nem um homem, nem Satanás quem governam o mundo. É o Deus Todo Poderoso quem governa pela Sua boa vontade e para a Sua própria e eterna glória.

A.W Pink em Deus é Soberano
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O evangelho oferecido

Um Deus Sem ira levou um homem sem pecado há um reino sem juízo através de um cristo sem há cruz

Autor não me lembro, mas basta olhar para a maioria das pregações que perceberemos que esse é o evangelho oferecido

A igreja moderna tem criado uma geração destituída do temor a Deus, a maioria dos evangélicos não entende nada sobre a Justiça e a Ira de Deus

Páscoa: Uma narrativa do momento marcante da história


A face que Moisés implorou para ver, e que foi proibido, estava ensangüentada (Êx 33:19-20). Os espinhos que Deus havia enviado para amaldiçoar a rebelião da terra agora estavam retorcidos sobre a sua própria face…

“Para trás!” Alguém levanta um martelo para acertar o prego. Mas o coração do soldado precisa continuar batendo enquanto ele posiciona o pulso do prisioneiro. Alguém deve suster a vida do soldado minuto a minuto, pois nenhum homem possui poder por conta própria. Quem dá o fôlego aos seus pulmões? Quem dá energia à suas células? Quem mantém suas moléculas unidas? Somente através do Filho que todas as coisas une (Cl 1:17). A vítima deseja que o soldado continue a viver – ele concede ao guerreiro a sua existência. O homem desfere o golpe.

Enquanto ele desfere o golpe, o Filho se lembra quando Ele e o Pai criaram pela primeira vez o nervo mediano do antebraço humano – as sensações que seria capaz de produzir. O projeto se mostra impecável – o nervo se comporta perfeitamente. “Para cima!” Eles levantam a cruz. Deus está exposto em suas roupas íntimas e mal consegue respirar. Mas estas dores são somente um aquecimento para sua outra crescente morte. Ele começa a sentir uma sensação diferente. Em algum momento do dia um odor estranho começou a surgir, não em seu nariz, mas em seu coração. Ele se sente sujo. A impiedade humana começa a impregnar o seu imaculado ser – vivo excremento saído de nossas almas. A menina dos olhos de Deus se torna um ser desprezível.

Seu Pai. Ele deve enfrentar seu Pai dessa forma.

No céu, o Pai agora se levanta como um leão incomodado, balança sua juba, e ruge contra o resto do homem que está pendurado na cruz. Nunca o Filho viu o Pai olhá-lo desta forma, Ele nunca sentiu este bafo quente sobre si. Mas o rugido estremece o mundo invisível e escurece o céu. O Filho não reconhece estes olhos.

“Filho do Homem! Por que se comportou assim? Você enganou, cobiçou, roubou, fofocou – assassinou, invejou, odiou, mentiu. Amaldiçoou, comeu demais, gastou demais – fornicou, desobedeceu, blasfemou. Oh, as obrigações que você não cumpriu, as crianças que abandonou! Quem ignorou os pobres, foi covarde, falou meu nome em vão? Você alguma vez conteve sua língua? Seu bêbado imprestável – você, que molesta garotos, vende drogas que matam, zomba de seus pais. Quem lhe deu a ousadia de fraudar eleições, fomentar rebeliões, torturar animais e adorar demônios? A lista não acaba! Dividindo famílias, estuprando virgens, contrabandeando, agindo como cafetão – comprando políticos, filmando pornografia, aceitando suborno. Você queimou prédios, cometeu atos terroristas, fundou falsas religiões, comerciou escravos – contando cada centavo e se vangloriando em tudo. Eu odeio, desprezo estas coisas em você! O desgosto por todas estas coisas em você me consome! Você consegue sentir a minha ira?”

É claro que o Filho é inocente. Ele não possui culpa em si mesmo. O Pai sabe disso. Mas este par divino possui um acordo, e o impensável agora acontece. Jesus será tratado como se fosse pessoalmente responsável por cada pecado cometido.

O Pai observa o tesouro de seu coração, a imagem refletida de si mesmo, afundar em podre pecado líquido. A ira acumulada de Jeová contra a humanidade durante séculos explode numa única direção.

“Pai! Pai! Por que me desamparaste?!”

Mas o céu não ouve. O Filho olha para cima para Aquele que não pode, não irá, ouvir e responder. A Trindade havia planejado isso. O Filho suportou isso. O Espírito o capacitou. O Pai rejeitou o Filho a quem amava. Jesus, o Deus-homem de Nazaré, pereceu. O Pai aceitou o seu sacrifício pelo pecado e estava satisfeito.

O resgate estava completo.


Trecho do livro When God Weeps (Quando Deus Chora), de Steven Estes e Joni Eareckson.
Dica Beleza imperecivel

Keith Green




1953-1982

Cerca de 50.000 jovens foram pra missões por influência dele.

Em determinado momento de seu ministério, Keith rompeu com a gravadora com a qual ele gravava seus discos, e decidiu que não cobraria nem participaria de nenhum evento onde houvesse cobrança de dinheiro para os participantes. Também começou a dar os discos de graça a todos quantos quisessem e não tivéssem dinheiro para comprar.

colocarei algumas de suas canções nesse blog com o decorrer do tempo, letras inspiradas para um tempo onde raramente se ver músicos inspirados por Deus.
Apesar de discordar de pontos teólogicos dele, Keith Foi um homem pirado por Deus.

OBEDECER É MELHOR DO SACRIFICAR

Obedecer é melhor do que sacrificar
Eu não preciso do seu dinheiro
Eu quero sua vida
E eu ouço você dizer que eu estou voltando em breve
Mas você age como se eu nunca fosse retornar

Bem, você fala da graça e do meu amor tão suave
Você gosta de leite, mas rejeita meu alimento
E eu não vou deixar de lamentar em como vai ser
Se você continuar ignorando minhas palavras

Você ora por prosperidade e sucesso
Mas sua carne é algo que eu não posso sustentar

Obedecer é melhor do que sacrificar
Eu quero mais do que domingos e quartas à noite
Porque se você não vem a mim todos os dias
Então não se preocupe em aparecer

Obedecer é melhor do que sacrificar
Eu quero corações em fogo
Não sua oração de gelo

Crhis e a Brevidade da vida



O vídeo que está acima mostra o estado atual de Chris Klco.
Chris era o melhor amigo e o cara que ganhou um grande amigo meu para Cristo.

Era um homem que tinha um prazer nas coisas de Deus, Desenvolvia um trabalho evangelístico com o esporte em uma área perigosa na cidade, e tinha um enorme desejo de trabalhar como missionário no Brasil.

Chris então decide se mudar para o Brasil, e trabalhar integralmente no mistério, ele liga para seu amigo que já estava no Brasil alguns anos e diz que viria trabalhar junto com ele no ministério, colocou sua casa a venda com o foco de vim trabalhar aqui, ele então convida os jovens de sua igreja para ajudá-lo na pintura de sua casa e foi nesse dia que Chris e mas um jovem chamado Nick sofreu um acidente na rede elétrica, nesse acidente Nick de 16 anos morre, e Chris sofre danos cerebrais, como no vídeo Chris ainda hoje junto com sua família luta para um progresso na recuperação e Deus tem dado graça a sua família nessa jornada.
E Nick com 16 anos morto.

Tiago 4:14 Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece.

Eclesiastes 72 Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque naquela está o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração.

O pastor Jeff que menciono acima como o amigo de Chris relata um pouco da história de Chirs nessa pregação, os encorajo a ouvir, por favor, click e reflitam
pregação

Em breve morreremos


Salmos 39: 4 Mostra-me, Senhor, o fim da minha vida e o número dos meus dias, para que eu saiba quão frágil sou.

Acredito que uma das mais notáveis dificuldades do homem de mente finita está em compreender a ‘’complexidade’’ do tempo, sim por mas que afirmem que isso não é algo complexo, eu afirmo que é, pois é visto nas diversas tentativas humanas de encontrar o entendimento do assunto , vemos uma busca filosófica e científica de se decifrar o assunto, e essa complexidade não se discerne através da filosofia vã e sem Deus, nem no modo estúpido científico que se contradiz após alguns anos .

A complexidade do tempo se compreende da maneira mas simples contida nos ensinos antigos bíblicos, vemos a soberania e a bondade de um Deus infinito colocando coisas tão grandiosas de uma forma tão simples para homens comuns entenderem, e o engraçado que a mente decaída nunca poderá compreender (por isso se ver tanta idiotice) por mas que se tenha inúmeras faculdades mentais e o mas vasto conhecimento em diversas áreas da ciência não será entendida se não for operado um milagre:

Mateus 11:25 Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos.

A pergunta então é você cristão já compreendeu o tempo, já entendeu de que eternidade a bíblia fala? Meu foco principal com esse texto não é fazer um estudo detalhado sobre a infinitude de Deus, sobre a dimensão de tempo que Ele habita ("Tudo que é eterno está eternamente acima do tempo." C. S. Lewis), afinal não sou o mas adequado a fazer isso, o meu principal objetivo é fazer uma analise da brevidade da vida. Uma idéia real e simples de tempo. É lógico que todos sabem que a vida vai acabar, e também é real que muitos sabem que estão sujeitos a morrerem a qualquer momento, mas o que os impendem de viverem refletindo sobre isso? Porque então não se preocupam com o que está por vir depois da morte?

Sei que diversos textos nesse blog já mencionaram a corrupção do homem da sua maldade, não os saturarei mas ainda de minha concepção de podridão ao olhar para o homem decaído, quero mencionar da prisão que esse homem habita, a prisão que o mantêm em seus erros, uma prisão que o aliena e o faz esquecer do que realmente ira acontecer. Ele ‘’necessita’’ de algo para se ocupar se não fosse os prazeres que ele senti ao fazer uma viajem ao fazer sexo, ao se escravizar na frente de uma tela quer seja de televisão ou de um computador, se não fosse festas, as bebidas o fumo, drogas, vícios* se não fosse os meios que a raça humana está continuamente utilizando e inventando para alcançar certo tipo de prazer creio eu que o homem estaria num estado grotesco de vida selvagem, pois viver sem um escape (no caso suas ocupações) para sua consciência pecadora seria terrível e massacrante por isso ele vive atrás desse escape e se satisfaz nele, com suas ocupações sua mente fica presa sem olhar para o futuro, não seu futuro que ele tenta planejar, mas seu futuro que já está planejado no caso a morte.

Cruel é ver milhares de pessoas caminhando por esse caminho cego de vida, o mas absurdo de tudo isso é saber que eles não estão nem ai para a morte, ou melhor nem ai para Deus, seus prazeres seus trabalhos, não tem tempo para Deus afinal usam aquela velha desculpa ‘’ainda é cedo para me preocupar com as coisas eternas’’, vivem como se nada fosse acontecer, como se a vida aqui fosse durar para sempre, não tem nenhum desejo por coisas espirituais, nenhuma preocupação... Oh homem depravado inimigo de Deus, ainda tenta criar para si desculpas do tipo encarnação, ciência para pensar que você é somente composto do físico, não acaba ai seu corpo se deteriora, mas sua alma vai para um de dois lugares, ARREPENDA-SE.

A muitos cristãos, principalmente os jovens, me incomodo muito ao olhar para vocês e ver suas vidas totalmente relaxadas em relação ao eterno, o que tem os diferenciado do mundo, se o foco de ambos os lados (‘’cristãos’’e os não convertidos) estão aqui? Raramente se ver distinção, o maior número de crentes só se diferenciam do mundo no assumir, não assumem, enquanto os não convertidos de uma forma mas direta assumem o amor pelo mundo. Com que propriedade eu digo isso ao ver os sonhos de uma geração sem paixão pelas coisas eternas, basta ver como lidam com a cada hora de sua vida, o desespero em se formar e adquirir um pedaço de papel que nada vai valer depois da morte, a falta de paixão por almas, pelo ministério, nenhum sonho de se forma e usar aquilo que aprendeu para Viver para Deus, sem sonhos pelo eterno sem almejo pelas coisas que vão durar e não vão passar, sem vidas que demonstre um ódio por esse mundo, sem vidas de devoção tentando se justificar pela bitolação de compromissos que têm no mundo ou até mesmo no templo religioso que participa. Que bom seria se esse texto pudesse despertar aqueles que vivem relaxados com a eternidade.

Amigos usarei um exemplo imensamente distante da grandeza da realidade, "o que é nossa vida se não alguns milésimos de segundos diante de alguns bilhões de anos" é lógico que os bilhões são alguns segundos, e assim sucessivamente, poderia ficar aqui tentando descrever aquilo que é eterno e ainda assim ficaria vaga à idéia, como desejo que minha geração entenda isso e que faça algo além, algo que dure eternamente que se dedique a eternidade que se volte a ela que a cada dia que a cada hora possa ser vivida num único pensamento a glória de Deus. O quanto eu posso glorificá-lo em 1 hora, o quanto que eu estudo pode glorificar a Deus o quanto eu trabalho pode glorificar a Deus, que a cada momento possa ser consumido de um único pensamento o do alto, e quando algo arde dentro de si não espere haja, faça algo que dure para sempre, e quando as dificuldades aparecerem lembre-se vai passar.

Esse realmente é o meu desejo para essa geração de cristãos, que se desprendam tanto daqui que vivam totalmente para Ele não se importando com os riscos, que se alegrem na possiblidade de viver e morrer por Ele, não dominado pela alienação que o mundo oferece como escape da fuga da realidade, mas realmente livres desse sistema e escravos de Cristo

Tiago 4:14 Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece.

A Corrupção e a Fábrica de Ídolos


O fato de um homem achar, ou não, que ele sozinho, após ter sido convencido dos seus pecados, decidiu seguir a Cristo, não altera em nada o efeito salvador que a cruz traz sobre ele. Uma criança pode passar a vida inteira acreditando que realmente conseguia levantar o sofá junto com seu pai quando era necessário, mas a maturidade ira mostrar quem realmente estava ajudando quem. Todavia, os passos seguintes para o desenvolvimento de uma fé sadia devem ser tomados com muita cautela.
“O SENHOR viu que a perversidade do homem tinha aumentado na terra e que TODA a inclinação dos pensamentos do seu coração era sempre e somente para o mal.” Gênesis 6:5
“Sei que sou pecador desde que nasci, sim, desde que me concebeu minha mãe” Salmos 51:5
“Os ímpios erram o caminho desde o ventre; desviam-se os mentirosos desde que nascem” Salmos 58:3
“Anteriormente, todos nós também vivíamos entre eles, satisfazendo as vontades da nossa carne, seguindo os seus desejos e pensamentos. Como os outros, éramos por natureza merecedores da ira de Deus” Efésios 2:3
Sim, se alguém me perguntasse, responderia que não creio que o homem natural possa de alguma forma se voltar para o Deus descrito nas páginas da bíblia, sem que O mesmo não o leve ao entendimento de quem ele é na verdade, digo, na verdade dos fatos e não na realidade diante dos olhos. Um homem pode parecer aos seus semelhantes, inteligente, equilibrado, saudável, simpático, cordial, gentil, bem-humorado, otimista, prudente, religioso e sincero, e mesmo assim não ter nenhuma inclinação ou vontade real voltada para Deus. Convicção de pecado é se julgar e enxergar segundo o padrão que Deus exige, não cabe ao homem natural esse papel e, mesmo que se arriscasse, não o conseguiria desempenhar com a mesma perfeição e pureza que o Espírito Santo o faz. Temos que nos lembrar que o diabo nunca foi contra a boa moral, mas sim contra o nome de Jesus Cristo. Ele é oposto a tudo aquilo que se chama Deus e logicamente o homem natural, como o filho que procura agradá-lo (João 8:31-47), está na mesma direção. A bíblia sempre apresentou a humanidade depois da queda de Adão de três maneiras: decaída, alienada de Deus e rebelde contra as suas leis. Da mesma maneira que seu “pai”, a antiga serpente, é. Parafraseando o que ouvi de um irmão certa vez:
“Você acha que esse não convertido é uma boa pessoa? Você o acha lindo? Inteligente? Ou útil? Converse com ele a respeito de Jesus Cristo e você saberá quem ele realmente é.”
O grande perigo de acreditar ser tão apto para escolher entre Deus e os prazeres reside neste ponto, achar que Deus está sujeito a sua vontade. As piores mensagens, linhas teológicas ou tentativas de evangelismo que eu tenho presenciado ultimamente têm esse ponto em comum. Do mesmo modo que os homens que não nasceram do Espírito montam um Deus a seu bel-prazer e segundo a sua imagem, os evangélicos contemporâneos fizeram um bezerro de ouro, que chamam de Jesus, para adorarem e suprirem a necessidade que eles têm de uma espiritualidade real. Como escreveu Samuel Chadwick:
“Não ter espiritualidade nenhuma, é muito triste; mas fingir uma espiritulidade é mais triste ainda.”
Devido a esses fatos, não posso deixar de advertir, na esperança de que alguns possam se despertar, contra o humanismo que tem adentrado há anos as igrejas evangélicas e sido divulgado dos seus púlpitos pelo muitos homens que, por se julgarem mais importantes e conhecedores, fizeram ressoar seus usos e costumes como algo que houvesse saído dos lábios do próprio Deus. Eles deixaram de ser julgados pela palavra e começaram a julgá-la e torcê-la segundo ao que lhes parece favorável e habitual. Começaram a determinar o que ela deveria ensinar ao invés de aprenderem o que ela tem a dizer. E é por isso que temos em nossos dias uma grande variedade do que pode ser considerado lixo-evangélico ou gospel.
Sei que tanto no mundo quanto nos meios evangélicos existe o perigo de se ser taxado de fanático, extremista e até mesmo de herege, ao se firmar numa posição contra ao que não é tão agradável a visão dos grupos carnais que circulam em ambos. Mas tenho paz em meu coração por saber que não discordo da grande maioria que está na igreja só para ser “diferente”, como muitos fazem para chamar a atenção ou bagunçar as coisas. Faço minhas as palavras de Lutero quando foi pressionado a contradizer tudo que havia escrito e proclamado:
“A menos que possa ser refutado e convencido pelo testemunho da Escritura e por claros argumentos estou conquistado pela Santa Escritura citada por mim, minha consciência está cativa à Palavra de Deus: não posso e não me retratarei, pois é inseguro e perigoso fazer algo contra a consciência. Esta é a minha posição. Não posso agir de outra maneira. Que Deus me ajude. Amém!”
A vontade que nos é dada por Deus, o estudo da palavra, a oração e a disciplina, levarão aqueles que crêem a se aprofundarem nos mistérios da eternidade.
Irmãos, não façam um deus para vocês, sigam somente e fielmente o Deus que os fez.

João Vítor
Ficarei em silêncio? Deus não permita!
Ai de mim, se me calar.
É melhor morrer, do que não me opor diante
dessa impiedade, que me faria participante da
culpa do inferno.


John Huss