Homossexualismo na igreja- Parte II


Ao "Ataque"!!!

"Pois certos homens, cuja condenação já estava sentenciada há muito tempo, infiltraram-se dissimuladamente no meio de vocês estes são ímpios, e transformam a graça de nosso Deus em libertinagem e negam Jesus Cristo, nosso único Soberano e Senhor" Judas 4

O fato de Homossexualismo ser pecado já é comum para os cristãos que lêem suas bíblias, mas ainda existem muitos questionamentos, fundamentados numa teologia fraudulenta, que confundem a grande maioria de nós. Às vezes sabemos que algo está errado, mas por falta de estudo bíblico ou por ter pouco tempo na fé, não sabemos como responder. Graças a Deus pelos fiéis irmãos que podem compartilhar o que escreveram e estudaram conosco, bons textos, de modo controlado e como fonte de estudo são altamente recomendáveis a qualquer cristão. A seguir, algumas das alegações que alguns grupos de militâncias gays fazem contra a bíblia e a Jesus Cristo, nosso Senhor.

1-Relação Homossexual de Davi com Jônatas

"Copiando na íntegra o desgastado argumento da homossexualidade entre Davi e Jônatas, Mott* pergunta retoricamente: "Se o homossexualismo fosse prática tão condenável, como justificar a indiscutível relação homossexual existente entre o rei Davi e Jônatas?" Indiscutível sobre que bases? Na verdade, quando Davi disse que o amor que sentia por Jônatas ultrapassava o de mulheres, ficou claro que este amor não tinha qualquer conotação erótica. Vale destacar o comentário exegético do rabino Henry I. Sobel à revista Ultimato, de setembro/outubro de 1998: "... a palavra hebraica "ahavá" não significa apenas amor no sentido conjugal/sexual, mas também no sentido paternal (‘Isaque gostava de Esaú’, Gn 25.28), no sentido de amizade (‘Saul afeiçoou-se a Davi’, em 1 Sm 16.21), no sentido de amor a Deus (‘Amarás o Senhor, teu Deus’, em Dt 6.5) e no sentido de amor ao próximo (‘Amarás o próximo como a ti mesmo’, Lv 19.18). Em todos estes exemplos, o verbo usado na Torá (a Bíblia hebraica) é 'ahavá'. É por razão lingüística – e não por falso pudor – que a maioria das traduções bíblicas cita
1 Samuel 1.26 assim: ‘Tua amizade me era mais preciosa que o amor das mulheres’."
Amor das mulheres era algo que Davi conhecia muito bem. Sua poligamia com Mical, Abigail, Ainoã, Maaca, Agita, Abital, Eglá e seu adultério com Bate-Seba mostram que a maior dificuldade de Davi era a atração pelo sexo oposto (1 Sm 18.27; 25.42-43;
2 Sm 3.2-5; 11.1-27).

2-Significado Erótico do texto de Eclesiastes 4.11

"Os ‘intelectuais’ da militância gay teimam em ignorar os fatos. Além do problema com a História e a Teologia, revelam total desconhecimento da geografia da Terra Santa. Argumentando sobre o texto de Eclesiastes 4.11 ("Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará?"), tentam demonstrar que num clima quente como o da Judéia dormir juntos só pode ter conotação erótica. Ignoram, porém, que em Israel também neva. Exemplo disso é o rigoroso inverno que em janeiro deste ano atingiu a Terra Santa, espalhando neve por toda parte. Além de acusarem Davi de homossexualidade, os militantes sugerem que Salomão – mulherengo como era! – teria escrito a favor do homossexualismo, o que não encontra respaldo hermenêutico no contexto do versículo que, na verdade, fala de cooperação mútua."

3-Sodoma e Gomorra e os pecados sexuais

“Falando sobre Sodoma e Gomorra, a militância gay afirma que quando os homens daquelas cidades pediram a Ló para conhecer os visitantes (os dois anjos com aparência humana) eles não pretendiam manter relações sexuais com eles: "...maliciosamente se
interpretou o verbo ‘conhecer’ como sinônimo de ‘ato sexual’." É verdade, porém, que o verbo que aparece neste contexto é o hebraico "yada", que tem vários significados e, segundo, especialistas, aparece mais de 900 vezes no Antigo Testamento, por exemplo: "Saber" – Gn 15.8; "dar-se conta" – Gn 3.9; "reconhecer" – Gn 12.11; "conhecer pessoas" – Gn 29.5; "ser esperto em algo" – 1 Rs 9.27; "ter relações sexuais" – Gn 4.1; 19.5; 19.8; Jz 19.22. Na história de Sodoma e Gomorra, esse verbo tem conotação sexual (Gn 19.5 – a ameaça dos homens o demonstra claramente), pois a resposta de Ló oferecendo suas duas filhas virgens só tem conotação sexual. Mas eles não queriam as mulheres. Seu desejo era homossexual. Uma das melhores traduções da Bíblia foi feita pelo
judeu André Chouraqui e chama-se "A Bíblia – No Princípio". A tradução literal em sua Bíblia é: "Faze-os sair até nós, vamos penetrá-los" (Gn 19.5). E: "Tenho duas filhas que homem algum jamais penetrou "(Gn 19.8). Isso está em completa harmonia com o ensino do Novo Testamento em Judas 7, que confirma que a intenção dos homens de Sodoma era realmente de violação homossexual, assim como o demonstram 2 Pedro 2.7-10 e 1 Timóteo 1.8-10 que lista diversas violações da lei colocando os sodomitas lado a lado com os parricidas, matricidas e roubadores de homens."

4-A má tradução das palavras ‘efeminados’ e ‘sodomitas’

"Tentando neutralizar os escritos paulinos contra o comportamento homossexual, os militantes argumentam que as palavras afeminados e sodomitas empregadas em 1 Coríntios 6.9-11 foram mal traduzidas. Entretanto, as palavras gregas "malakoi" e
"arsenokoitai" têm significados específicos. Malakoi significa "macio ao tato". Arsenokoitai é composta de duas outras palavras 'arsen' (macho) e 'koitai' (cama). Em outras palavras, esse termo se refere aos homens que vão para a cama com
outros homens. Mas homossexualismo não é o único pecado sexual condenado na passagem em questão. 'Pornoi' (fornicadores) e 'moichoi' (adúlteros) mostram que não é só o homossexualismo que exclui pessoas do reino de Deus. Em contrapartida, o texto
deixa claro que ninguém precisa permanecer excluído do reino, pois na igreja que estava em Corinto (cidade extremamente libertina onde o homossexualismo e a pedofilia eram considerados normais) havia alguns que deixaram o homossexualismo, bem
como os outros pecados."


5-Questionamento acerca da existência de Jesus Cristo

"Entre os testemunhos históricos extrabíblicos acerca de Jesus estão os de Flávio Josefo (historiador judeu 37-95 d.C.), do Talmude (coleção de doutrinas e comentários rabínicos acerca da Lei, elaborada a partir do primeiro século da Era Cristã), os Anais de Cornélio Tácito (historiador romano, morto em 120 d.C.), Caio Suetônio Tranqüilo (escritor e senador romano que viveu entre 69-141 d.C.), Plínio, o Moço (governador romano entre 62-113 d.C.), Adriano (imperador de Roma entre 117-138 d.C.), Luciano de Samosata (poeta grego do começo do segundo século), Júlio Africano (cronologista, comentando os escritos de um historiador samaritano chamado Talo, datados do ano 52 d.C.), Mar Bar-Serápio (prisioneiro sírio escrevendo uma carta a seu filho por volta do ano 73 d.C.).
Corroborando os registros anteriores, Joseph Klausner, ex-professor de Literatura Judaica em Jerusalém, afirma em seu livro Jesus of Nazareth: "Se apenas possuíssemos estes testemunhos, saberíamos efetivamente que na Judéia viveu um judeu chamado Jesus, a quem chamaram o Messias, o qual fez milagres e ensinou o povo; que foi morto, por ordem de Pôncio Pilatos, por denúncia dos judeus..." Portanto, Luiz Mott precipita-se quando afirma que "a fé é sempre um passo no escuro". Os cristãos, além do resplendor da infalível e inerrante Palavra de Deus, possuem as luzes da História. É como disse Jesus: "Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário terá a luz da vida" (João 8.12)".

6- Jesus nunca pregou contra Homossexualismo

"Jesus Cristo nunca falou nenhuma palavra contra os homossexuais!", bradam os militantes. Mais uma tentativa frustrada para perverter a simplicidade do Evangelho. O fato de Jesus nunca ter mencionado especificamente o homossexualismo não significa
sua aprovação. Ele também não se pronunciou claramente sobre muitos outros problemas sociais, tais como: seqüestros, abuso sexual, prostituição infantil, tráfico de drogas. Entretanto, a Palavra apresenta direta e indiretamente os princípios inegociáveis de Deus para a moralidade e dignidade humanas. Na verdade, ao se referir ao plano de Deus para a sexualidade, Jesus reafirmou o ensino vetero-testamentário sobre o casamento heterossexual e monogâmico (Mt 19.4-6). A única alternativa ao casamento nestes termos é o celibato voluntário, concessão que Ele abriu ao ensinar que é melhor ser eunuco pelo Reino de Deus do que se divorciar e casar-se de novo (Mt 19.9-12)."

7- Jesus era gay

"Certamente, uma compreensão correta da natureza divino-humana de Jesus jamais permitiria sequer uma suposição destas. O Deus Eterno que se fez homem jamais nutriria por suas criaturas qualquer tipo de amor que não fosse puramente ágape (amor de Deus pelos homens). E foi exatamente isso que Jesus demonstrou por todos. Mas Luís Mott prefere extrair sua cristologia deturpada de conceitos mitológicos sobre deuses como Zeus e Oxalá, "andróginos e praticantes do homoerotismo" (atração física entre seres do mesmo sexo) como seus idealizadores. Por isso, ele não consegue perceber nos relacionamentos de Jesus nada maior do que a interação entre iguais. Ele perde a oportunidade de ver a beleza do relacionamento Criador-criatura, Salvador-pecador, Senhor-servo, Mestre-discípulo e, especialmente, Pai-filho.""

Não foram ódio e preconceito que me levaram a compartilhar as respostas a essas alegações de algumas militâncias gays contra o Senhor e seus santos ensinamentos. Mas foi o zelo pela casa de Deus e pelo seu precioso tesouro, meus irmãos, espalhados em
peregrinação por esta tão vasta terra, e os perdidos que nela habitam.

Que Deus coloque o Seu Infinito e Insondável amor pelos homossexuais em nossos corações!!! E que o zelo pela Sua casa e causa nos consuma. Amém…



João Vítor

Nota:
*Mott: Luiz Mott, doutor em Antropologia e presidente do "Grupo Gay da Bahia", considerado o maior mentor intelectual do movimento gay no Brasil, utiliza argumentos teológica, histórica e cientificamente inconsistentes. Esses argumentos são, na verdade, importados dos Estados Unidos e da Europa.

Bibliografia II:

"Teologia Gay" por João Luiz Santolin & Sérgio Viula
Site: http://www.monergismo.com/textos/homossexualismo/teologiagay.

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